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Itaú BBA diz que falta gatilho de curto prazo para Hypera (HYPE3)

O banco subiu o preço-alvo da empresa, implicando uma potencial valorização sobre o fechamento da ação em 02/10

Por Isabela Moya, Broadcast

03/10/2023 | 15:36 Atualização: 03/10/2023 | 15:36

Complexo industrial farmacêutico da Hypera, em Anápolis (GO) Foto: Hypera/ Divulgação
Complexo industrial farmacêutico da Hypera, em Anápolis (GO) Foto: Hypera/ Divulgação

O Itaú BBA atualizou suas estimativas para a Hypera (HYPE3) para incorporar os resultados mais recentes da empresa e novos cálculos de custo de capital. Embora o banco note uma falta de gatilhos claros de curto prazo para a ação, o Itaú BBA acredita que um forte posicionamento em um mercado defensivo combinado com um atraente múltiplo de 10 vezes o Preço/Lucro esperado para 2024 apoia a recomendação outperform (equivalente à compra). O novo preço-alvo é de R$ 46 para 2024 (ante R$ 50 para 2023), o que implica em uma potencial valorização de 27% sobre o fechamento da ação no pregão de ontem.

Leia mais:
  • Cite corta preço-alvo da Hypera (HYPE3) sem catalizador de curto prazo
  • A projeção do Itaú BBA para as ações da Caixa e BB Seguridade em 2024
  • Hypera (HYPE3) anuncia pagamento de JCP para acionistas; saiba mais
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Nos últimos dois trimestres, houve uma tendência de crescimento mais suave para a empresa, com um crescimento de vendas de um dígito que foi de 4,8 pp e 4,7 pp abaixo do setor do primeiro e segundo trimestres deste ano, respectivamente. O banco diz que isso já era esperado devido à base de comparação difícil do primeiro semestre do ano passado.

Já no terceiro trimestre, a casa espera uma temporada de gripe mais amena e um ambiente competitivo mais promocional para os genéricos manterem o crescimento de vendas abaixo de 10%, pressionando a entrega do guidance de receita da empresa – “o que provavelmente tem arrastado o desempenho das ações nas últimas semanas”, diz o banco, que prevê que a receita da Hypera venha 2% abaixo do guidance.

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Já a rentabilidade da companhia surpreendeu o Itaú positivamente nestes dois últimos trimestres, mas a dinâmica do capital de exploração é considerada um desafio pela casa. “A Hypera tem uma política de trabalhar com maior estoque de segurança, mas desta vez, o maior nível de estoque foi motivado pelas férias de abril da fábrica de Anápolis (que também aumentou a ociosidade no segundo trimestre), o que não estava no nosso radar. Embora já tenhamos visto sinais de uma normalização sequencial no ciclo de conversão de caixa no segundo trimestre deste ano, os níveis de estoque são muito maiores do que no segundo trimestre do ano passado”, pondera o banco, que espera que essa linha mostre alguma melhora nos trimestres que estão por vir.

Olhando para o futuro, o Itaú BBA enxerga que um melhor ambiente de preços para princípios ativos deve gerar melhores margens neste segundo semestre, provavelmente compensando a falta de receita e justificando a manutenção do Ebitda previsto para 2023.

Por fim, em relação ao eventual fim dos benefícios fiscais e do juros sobre capital próprio (JCP), o banco acredita que a Hypera está bem defendida contra uma potencial remoção de benefícios de imposto de renda para o benefício do ICMS. “Eventuais mudanças também teriam impacto na concorrência, dado que os créditos fiscais e o JCP ajudam significativamente a maioria das grandes farmacêuticas do País. Além disso, se essas mudanças ocorrerem, acreditamos que a Hypera está bem posicionada para aumentar o preço necessário sem criar muito atrito”, avalia a casa.

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