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IPCA de abril sugere menos cortes da Selic e leva a alta dos juros curtos

A percepção dos agentes de mercado é de que o IPCA de abril veio mais forte do que o esperado

Por Cícero Cotrim

12/05/2023 | 18:23 Atualização: 12/05/2023 | 18:23

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Os juros futuros encerraram o pregão desta sexta-feira, 12, sem direção definida, com alta das taxas na parte curta da curva e quedas nos trechos intermediário e longo. A percepção dos agentes de mercado é de que o IPCA mais forte do que o esperado em abril mostrou uma inflação ainda resistente no País, o que limitaria o espaço para que o Banco Central possa cortar a taxa Selic, hoje em 13,75%.

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Na comparação com os ajustes da véspera, o contrato de DI para janeiro de 2024 avançou de 13,254% para 13,290%, em linha com o para janeiro de 2025 (11,652% para 11,690%). Em contrapartida, houve baixas nas taxas dos DIs para janeiro de 2027 (11,346% para 11,270%) e 2029 (11,713% para 11,600%). O DI para janeiro de 2029 ficou 9 pontos-base abaixo do DI para 2025, de 6,1 pontos acima no pregão anterior.

O IPCA desacelerou de 0,71% em março para 0,61% em abril, acima da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de 0,55%. A surpresa com o índice cheio foi acompanhada também por aceleração da média dos cinco núcleos de inflação acompanhados pelo Banco Central, de 0,37% para 0,51%. Nas contas do Santander Brasil, a média móvel trimestral anualizada e dessazonalizada da inflação acabou praticamente estável, em 8,2%.

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A avaliação foi de que os dados mostraram uma dinâmica ainda desafiadora para a inflação, que reforçou a prescrição de “paciência e serenidade” na condução da política monetária que constava na ata do Copom de maio. Em relatórios publicados nesta sexta-feira, o Bradesco afirmou que o IPCA “corroborou a análise do BC”, enquanto o Barclays defendeu a necessidade de uma política monetária restritiva nos próximos meses.

“A ideia de que o BC pode cortar menos a taxa Selic, ou pode demorar um pouco mais para cortar, é o que gerou esse ajuste na parte mais curta da curva”, afirma o economista-chefe da Western Asset, Adauto Lima. “A queda dos juros longos também responde um pouco à visão de que uma política monetária mais restritiva no curto prazo diminui o risco inflacionário no longo prazo, o que desinclina a curva.”

Os sinais de pressão vistos no IPCA de abril se sobrepuseram a outros sinais mais benignos para a inflação, a exemplo das quedas do dólar (-0,27%, a R$ 4,9234) e do petróleo (WTI -1,17%, Brent -1,08%). Mesmo a sinalização do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, de que a empresa pode rever os preços dos combustíveis na semana que vem não apagou as altas dos DIs para janeiro de 2024 e 2025.

A expectativa positiva em relação a um “aprimoramento” do arcabouço fiscal no Congresso permaneceu, mesmo após o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ter dito em entrevista ao Broadcast que espera que haja “o mínimo de alteração” no texto. Horas depois, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que o relator da proposta, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), não sinalizou mudanças significativas no texto.

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Durante uma das reuniões trimestrais com o BC, economistas do mercado chegaram a apresentar consenso sobre a ideia de “melhora” do arcabouço fiscal no Congresso, conforme os relatos de participantes da reunião que falaram com o Broadcast sob a condição de anonimato. “Em geral, todo mundo espera que o arcabouço vá ser aprimorado no Congresso”, disse a fonte.

Para Lima, da Western, a percepção de um risco de cauda menor a partir da entrega do arcabouço está entre os fatores que permitiram a queda dos juros longos, mas o movimento parece mais relacionado à consolidação da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) encerrou seu ciclo de aperto monetário, o que leva a uma migração de estrangeiros para o mercado de DI.

“O fato externo acaba dominando um pouco e aumenta a demanda do estrangeiro pelo nosso mercado, e eles preferem a parte longa da curva”, explica.

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