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Juros fecham em alta expressiva em dia que cenário fiscal, títulos dos EUA e dólar pesaram no mercado

Taxas operaram em forte alta devolvendo as perdas da última sessão, na sexta-feira (20); confira

Por Denise Abarca

23/12/2024 | 19:06 Atualização: 23/12/2024 | 19:06

Juros hoje (Foto: Adobe Stock)
Juros hoje (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam com alta expressiva nesta segunda-feira (23) cravada entre o fim de semana e o feriado de Natal, devolvendo toda a queda registrada na sexta-feira (20). Pesaram sobre as taxas os receios sobre possíveis impactos da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino sobre o cenário fiscal, o avanço do rendimento dos Treasuries (títulos de dívida pública americana) e do dólar, além da piora das medianas das estimativas na pesquisa Focus. O efeito desse mix de fatores foi potencializado pela liquidez reduzida.

Leia mais:
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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 encerrou em 15,22%, de 14,91% no ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2029 subiu de 14,56% para 15,05%. A do DI para janeiro de 2027 terminou em 15,47% (de 14,99% na sexta-feira). Este vencimento hoje foi o mais negociado com 370 mil contratos, abaixo da média diária de 706 mil nos últimos 30 dias. Boa parte das taxas retornou à casa dos 15%, mostrando avanço entre 30 e 45 pontos-base durante a sessão.

O mercado havia encerrado a semana passada “mais leve” depois do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmar que o futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, terá autonomia de gestão e que quer pacificação com o mercado financeiro. Nesta segunda-feira, porém, a curva voltou a estressar.

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O Boletim Focus trouxe nova deterioração nas projeções de Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mesmo com aumento também nas expectativas para a Selic. A mediana para a inflação suavizada dos próximos 12 meses, que passará a balizar a meta de inflação contínua de 3%, passou de 4,68% para 4,89%. A mediana para 2025 disparou quase 25 pontos, de 4,60% para 4,84%. Para a Selic, a expectativa para o fim do ciclo de aperto monetário subiu de 14,25% para 15%.

Pelo lado fiscal, na esteira do pacote de corte de despesas aprovado no Congresso com algum grau de desidratação, há receios quanto aos impactos de decisão de Flávio Dino de voltar a suspender a distribuição de emendas de comissão – R$ 4,2 bilhões estavam previstos para ser pagos até o fim do ano. Tais emendas têm sido consideradas como moeda de troca para matérias de interesse do Executivo no Congresso, que depois do recesso de janeiro entra na fase de eleição para presidentes da Câmara e Senado. Os atritos entre Judiciário e Legislativo podem acabar comprometendo a viabilidade de eventuais novas medidas que espera-se que o governo vá encaminhar para consolidar o ajuste fiscal.

O exterior não deu trégua, apesar do acordo para elevar o teto da dívida e evitar o shutdown da máquina nos EUA. Os rendimentos dos Treasuries subiram e, no caso da T-Note de dez anos, flertaram com a marca de 4,60%. Apesar de indicadores de atividade mais fracos do que o esperado, o quadro de apostas segue apontando quase consenso na manutenção do juro na reunião de janeiro.

O dólar também se fortaleceu ante as demais moedas, com reflexos no câmbio local. A moeda americana voltou a tocar R$ 6,20 nas máximas do dia, mas fechou nos R$ 6,18.

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