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Tempo Real

Juros fecham em forte queda com dados dos EUA e cessar-fogo em Gaza no radar

Melhora da liquidez e indicadores domésticos também trouxeram alívio às taxas nesta sessão

Por Denise Abarca

15/01/2025 | 19:01 Atualização: 15/01/2025 | 19:01

Juros. (Foto: Adobe Stock)
Juros. (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam a sessão em queda firme nesta quarta-feira (15). Os dados dos EUA, divulgados ainda pela manhã, foram protagonistas do movimento de alívio nos prêmios, que se ampliou à tarde com a informação do cessar-fogo na faixa de Gaza. Por aqui, o mercado reagiu positivamente à agenda, que trouxe a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e dados do Governo Central, sendo bem recebida ainda a entrevista do secretário do Tesouro, Rogério Ceron.

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O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 fechou em 14,81%, de 14,91% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2027 caiu de 15,20% para 14,99%. O DI para janeiro de 2029 terminou com taxa de 14,83% (15,16% ontem).

Ao contrário das sessões de queda neste mês, hoje o fechamento da curva foi respaldado pela melhora da liquidez. O giro dos contratos ficou acima da média padrão vista em janeiro e boa parte das taxas encerrou já abaixo dos 15% e nos menores níveis desde meados de dezembro.
O exterior contribuiu inicialmente com o Banco Central Europeu (BCE) avisando que o foco da política monetária agora mudou da inflação para o crescimento. Depois vieram dados nos EUA que derrubaram os juros dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) – a taxa da T-Note de 10 anos estava em 4,65% no fim da tarde.

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O núcleo da inflação ao consumidor americano ficou ligeiramente abaixo do esperado e a queda do índice de atividade industrial Empire State, que mede as condições da manufatura no Estado de Nova York, foi bem pior do que a esperada. Com isso, o mercado voltou a ampliar apostas de corte de juros pelo Federal Reserve em 2025.

À tarde, saiu o acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas, o que ajuda a dissipar tensões geopolíticas que tinham potencial para afetar as cadeias de commodities.

Por aqui, a PMS mostrou retração de 0,9% no volume de serviços em novembro, maior do que a mediana de retração de 0,5% das estimativas coletadas pelo Projeções Broadcast. O indicador mais fraco, em parte antecipado pelo mercado ontem no fim da sessão, já colocou as taxas em baixa logo na abertura. “O resultado da PMS se soma às divulgações mais fracas das vendas no varejo e da produção industrial, indicando que a desaceleração da economia pode ter iniciado já no quarto trimestre de 2024. Sendo assim, estamos com um leve viés de baixa para a nossa projeção do PIB de 2024”, afirma o Bradesco, em relatório.

Porém, não há consenso sobre se a economia realmente começou um processo de esfriamento no fim do ano passado, já como efeito do aperto monetário. “Ainda é cedo para se falar em desaceleração. Os dados de dezembro, do Natal, foram bons”, afirma o estrategista-chefe da RB Investimentos, Gustavo Cruz, que, contudo, vê como natural a reação da curva. “O BC tem apontado preocupação com a inflação de serviços, então se o setor desacelera pode significar alívio nos preços”, afirma.

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Ainda na agenda local, o Tesouro informou que o déficit primário do Governo Central em novembro ficou em R$ 4,515 bilhões, no teto das estimativas. Cruz considerou positivas as declarações de Ceron na entrevista para comentar os números, destacando a indicação de que o governo deve fechar o primário de 2024 mais próximo do centro da meta definida no arcabouço. Ceron sinalizou ainda que, com o resultado de dezembro, a relação despesa/PIB voltará para um dos menores patamares da década. O secretário reiterou que não pode haver retrocesso e afirmou que o momento agora é de balanço de medidas já aprovadas. Pode-se discutir, segundo ele, a velocidade de recuperação fiscal, mas o importante é melhor, e não piorar.

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