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O cobre para dezembro fechou em alta de 0,07%, a US$ 3,6405 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Às 15h (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,04%, a US$ 8.109,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME).
O cobre operou em alta modesta durante boa parte do pregão, beneficiado pela relativa fraqueza do dólar nesta manhã. Em relatório, a Capital Economics nota que protestos na maior mina de cobre do Panamá levantam ponderações sobre riscos de que uma parada na produção impacte a cadeia de oferta global, embora avalie que as chances disso acontecer sejam pequenas.
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Ainda no radar, investidores digeriram dados da China indicando deflação nos índices de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) e ao produtor (PPI, na sigla em inglês) em outubro. Em outro relatório, a Capital afirma que é “improvável” que o país entre em uma espiral deflacionária. Já o Bank of America (BofA) acrescenta que os dados demonstram demanda por investimento e consumo ainda frágil, afirmando que a inflação deve acelerar de forma notável a partir do primeiro trimestre de 2024.
Entre outros metais negociados na LME, a tonelada do alumínio recuava 1,06% no horário citado, a US$ 2.240,00; a do chumbo tinha queda de 0,34%, a US$ 2.189,50; a do níquel desvalorizava 1,50%, a US$ 17.740,00; a do estanho baixava 0,46%, a US$ 24.800,00; e a do zinco operava em queda de 0,29%, a US$ 2.599,50.
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