O cobre para setembro caiu 1%, a US$ 4,1480 libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). O cobre para três meses era negociado com baixa de 1,09%, a US$ 9142,00 a tonelada, LME por volta das 14h03 (de Brasília).
A nova rodada de dados macroeconômicos dos EUA e uma série de comentários de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), nos arredores do Simpósio de Jackson Hole, fortaleceram o dólar no exterior nesta quinta-feira, em detrimento do complexo de commodities metálicas e especialmente do cobre. Investidores seguem no aguardo ainda da fala do presidente do BC americano, Jerome Powell, amanhã, que pode firmar perspectivas sobre o momento e intensidade do esperado corte de juros na economia americana.
No radar, a Argentina assinou um acordo com os Estados Unidos para atrair investimentos na exploração de metais essenciais como cobre e lítio, segundo a Bloomberg Línea. A iniciativa visa criar cadeias de fornecimento desses metais, utilizados em veículos elétricos e painéis solares, sem a participação da China.
Entre outros metais negociados na LME, no horário acima, a tonelada do alumínio tinha queda de 0,30%, aos US$ 2.473,00, interrompendo o rali visto desde o dia 8. O níquel tinha variação negativa de 1,33%, a US$ 16.630,00. O chumbo recuava 1,51%, a US$ 2.058,50. O estanho cedia 0,92%, a US$ 32.425,00. Na contramão, o zinco registrava ganho de 0,23%, a US$ 2.862,50 a tonelada.