Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para setembro recuou 0,03%, a US$ 3,5855 por libra-peso. Já na London Metal Exchange (LME), a tonelada do cobre para três meses tinha alta de 0,16%, a US$ 7.959,50, por volta de 14h10 (de Brasília).
O TD Securities projeta que o rali recente do metal vermelho deve reverter no futuro próximo, já que a leitura de que o Federal Reserve (Fed) vai desacelerar a alta de juros nos EUA perdeu força, cenário que favorece o dólar no mercado cambial.
Amanhã, sai o CPI americano de julho, que deve mostrar desaceleração no núcleo cheio, mas crescente pressão no núcleo – que excluí itens voláteis como energia e alimentos – segundo indicam analistas consultados pelo Projeções Broadcast.
O TD ressalta ainda que o ímpeto recente de metais industriais por conta da reabertura econômica na China vai perder fôlego. Por fim, o banco cita o “crescente risco” de desaceleração da atividade nos EUA e no gigante asiático, contexto desfavorável aos metais básicos.
Entre outros metais negociados na LME sob mesmo vencimento, no horário citado, a tonelada do alumínio subia 1,48%, a US$ 2.476,00, a do chumbo avançava 0,58%, a US$ 2.155,50, a do níquel tinha queda de 0,09%, a US$ 21.600,00, a do estanho ganhava 0,60%, a US$ 24.495,00, e a do zinco subia 2,93%, a US$ 3.528,00.