O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta quarta-feira (27), renovando sua máxima histórica, impulsionado pela queda do dólar e dos juros dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries), movimentos que dão forças ao metal. As perspectivas para uma política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em 2024 vem pressionando os dois ativos americanos. Além disso, as tensões no Oriente Médio seguem no radar, com a continuidade do conflito entre Israel e Hamas apresentando riscos de escalada, cenário no qual o ouro aparece como um refúgio de segurança.