Ao longo de coletiva de imprensa sobre o apagão que atingiu 25 estados do País e o Distrito Federal, o ex-senador fez uma série de críticas à companhia, seu relacionamento com o poder público e ao modelo de privatização, mas disse que seria “leviano” relacionar a companhia diretamente ao ocorrido.
Silveira disse também não ser prerrogativa apenas do setor privado acionar a Justiça e defendeu a ação movida pela União contra a companhia por conta da restrição de seu poder de voto a 10% embora a participação acionária do Estado na empresa seja de porcentual maior.
A Pasta não quis, porém, informar quem é a empresa responsável pelo sistema de transmissão no Ceará, que seria o epicentro causador do apagão. Segundo o Ministério, uma série de eventos ocorreram em milissegundos impactando o Sistema Interligado Nacional (SIN) em 21 gigawatts (GW). Entre 25 milhões e 27 milhões de consumidores foram afetados, segundo o Secretário Nacional de Energia Elétrica, Gentil Nogueira.