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Crise climática: Moody’s alerta para impacto crescente de desastres naturais na economia da América Latina

Relatório mostra que Brasil, Colômbia, México e Chile enfrentam riscos cada vez maiores de crédito e perdas financeiras por eventos extremos

Por Crisley Santana

29/10/2025 | 20:18 Atualização: 29/10/2025 | 20:18

Relatório da Moody’s aponta aumento dos riscos econômicos e de crédito na América Latina devido a desastres climáticos como secas, inundações e incêndios. Brasil, México, Colômbia e Chile são os mais expostos. (Imagem: Envato Elements)
Relatório da Moody’s aponta aumento dos riscos econômicos e de crédito na América Latina devido a desastres climáticos como secas, inundações e incêndios. Brasil, México, Colômbia e Chile são os mais expostos. (Imagem: Envato Elements)

A América Latina vive um aumento dos distúrbios econômicos e de perdas financeiras provocadas por riscos climáticos, alerta a Moody’s.

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Segundo o relatório, eventos recentes no Brasil, Colômbia, México e Chile ampliaram a atenção do mercado e de formuladores de política em estratégias de adaptação e resiliência com o objetivo de mitigar riscos de crédito tanto para emissores públicos quanto privados. De acordo com a metodologia ESG da agência, pelo menos metade das companhias avaliadas nesses quatro países está moderada ou altamente exposta a episódios de secas, inundações, incêndios florestais, furacões, estresse térmico e elevação do nível do mar.

O Brasil, pela própria dimensão territorial, aparece vulnerável a inundações, secas e ondas de calor. As enchentes de maio de 2024 no Rio Grande do Sul interromperam logística e transporte; o efeito sobre o risco de crédito do Estado foi breve, mas os danos à infraestrutura residencial e viária foram significativos. Em resposta, o governo incluiu no plano climático 2024–2035 a meta de sustentar crescimento anual do PIB de 2,6% ao mesmo tempo em que descarboniza a economia.

Na Colômbia, os riscos decorrem sobretudo de inundações, chuvas extremas e secas. Entre 60% e 70% da eletricidade nacional vem de hidrelétricas, o que deixa a matriz muito sensível à escassez de água e a eventos de El Niño. O Plano Nacional de Adaptação prevê reduzir essa dependência, mas o avanço esbarra em restrições fiscais, juros elevados e volatilidade cambial, dificultando grandes investimentos em renováveis; o capital privado, por sua vez, enfrenta custos altos de financiamento e riscos de execução.

O México também figura com forte exposição de população e PIB ao risco climático físico. O furacão Otis, em outubro de 2023, provocou cerca de US$ 15 bilhões em perdas em Acapulco, cidade que responde por 70% do PIB do estado de Guerrero. Foi o terceiro maior evento segurado da história do país e afetou duramente a infraestrutura turística. O governo trabalha num Plano Nacional de Adaptação que pretende coordenar as ações de proteção entre os diversos setores.

Já o Chile apresenta vulnerabilidades climáticas disseminadas por setores e classes de ativos. Incêndios no início de 2023 prejudicaram a atividade florestal no sul, e novos focos destruíram áreas urbanas de Viña del Mar e Valparaíso no início de 2024. As políticas chilenas concentram-se em transporte limpo, eficiência energética, geração renovável, uso da terra e gestão hídrica resiliente. O Plano Nacional de Adaptação apoia sistemas de alerta precoce e restauração de ecossistemas, garantindo ao país mais recursos do que seus pares regionais para enfrentar eventos extremos.

Para a Moody’s, a combinação de maior frequência de desastres naturais e necessidade de financiamento dificulta o perfil de crédito dos emissores latino-americanos. A agência destaca que, sem avanços consistentes em adaptação e mitigação, os efeitos físicos do clima continuarão pressionando economias, empresas e governos da região.

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