Os especialistas informaram que não existem alternativas atuais para que o suposto fim do domínio do dólar possa acontecer, mesmo que a moeda enfrente queda nas reservas dos bancos centrais mundiais. No quarto trimestre de 2022, a reserva cambial de dólar chegou a 58%, contra os 78% que era na virada do século.
“O maior perigo de curto prazo para a posição do dólar decorre do risco de erros políticos que minam a confiança por parte das próprias autoridades, como um calote em sua dívida, por exemplo”, informou a Moody’s Investor Service.
Atualmente, os principais rivais do dólar são o euro e o renminbi, que ainda buscam se igualar à moeda norte-americana.