O banco também destacou que a estrutura da transação, com a venda integral do ativo à vista, foi o melhor cenário possível. A venda do ativo vai acelerar a desalavancagem da Natura e melhorará sua dinâmica de fluxo de caixa daqui para frente, diminuindo despesas com juros.
A expectativa é de que a Natura pague antecipadamente toda a sua dívida após a conclusão da transação, o que sugere potencial positivo para os próximos resultados trimestrais. Além disso, a companhia deve focar na integração da Avon LatAm e na otimização da planta da Avon International.
O Itaú também destacou a possibilidade de um EBITDA (valor da empresa sobre lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em 2024 com potencial de valorização de 46% em comparação com a avaliação anterior.
As ações da Natura, no entanto, não absorveram esse otimismo na manhã desta quarta-feira (5). Os papéis da companhia caíam 5,34% às 10h34 do horário de Brasília, cotadas a R$ 12,41.