• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

O que fez o JPMorgan elevar a recomendação da Bolsa brasileira para compra?

Pausa antecipada no ciclo de alta da Selic e recuperação da China podem ajudar o mercado brasileiro

Por Beatriz Rocha

10/03/2025 | 20:23 Atualização: 10/03/2025 | 20:32

JPMorgan elevou a recomendação da Bolsa brasileira para compra. Foto: Adobe Stock
JPMorgan elevou a recomendação da Bolsa brasileira para compra. Foto: Adobe Stock

O JPMorgan elevou, em relatório divulgado nesta segunda-feira (10), a recomendação da Bolsa brasileira de neutro para overweight (acima da média do mercado, equivalente à compra). O banco entende que o País pode estar mais próximo do que o esperado do fim do ciclo de alta de juros, o que considera um gatilho importante para as ações locais. Além disso, a recuperação da economia chinesa tende a trazer mais recursos para mercados emergentes.

Leia mais:
  • EXCLUSIVO: Justiça condena gestor da Esh Capital a indenizar Alberini, da CTM Investimentos
  • Brasileiras no top global de dividendos valem o investimento? Veja as recomendações
  • Recessão ou estagflação? Os riscos da economia nos EUA e o impacto para o mercado brasileiro
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os analistas do JPMorgan fazem, no entanto, uma ressalva importante: essa mudança é tática, não estrutural, pois os problemas internos que os levaram a rebaixar a recomendação do Brasil inicialmente ainda persistem. “Mantemos uma alocação defensiva em México e Brasil, mas agora preferimos maior exposição a ações brasileiras bond proxies (que se comportam de maneira semelhante aos títulos de dívidas), em vez de exportadoras. Também gostamos de grandes bancos e do setor de utilities (utilidades públicas)”, destacam.

Entre os fatores que levaram ao aumento da recomendação da Bolsa brasileira, está a possibilidade de o ciclo de alta de juros terminar mais cedo no País. O JPMorgan usa dois argumentos para sustentar esse cenário: o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre veio abaixo das expectativas e o real se valorizou, o que alivia a pressão inflacionária e deve levar a uma revisão para baixo nas projeções do Banco Central (BC).

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“O próximo aumento da taxa de juros está previsto para 19 de março, com uma alta de 1 ponto percentual, conforme sinalização clara do BC. No entanto, há uma possibilidade real de que o ciclo possa ser pausado após esse aumento. Projetamos que os juros atinjam um pico de 15,25% em junho, mas reconhecemos que uma pausa antecipada pode ocorrer”, afirmam os analistas do JPMorgan, destacando que isso seria um gatilho importante para o mercado de ações, pois as expectativas de redução na Selic começariam a ser precificadas quase imediatamente.

Cenário global também deve ajudar a Bolsa local

O “fator China” também pode ser positivo para o mercado acionário no Brasil. Além dos ativos chineses estarem em alta, o JPMorgan elevou sua previsão para o PIB do gigante asiático em 2025 de 3,9% para 4,3%. Embora ainda existam dúvidas sobre a sustentabilidade da recuperação chinesa, o fato é que esse movimento traz mais fluxos para países emergentes, o que beneficia o Brasil.

Em relação aos Estados Unidos, o banco entende que o cenário parece apontar para um crescimento mais lento da economia no país norte-americano e para um dólar mais fraco, o que pode abrir espaço para cortes mais agressivos de juros pelo Federal Reserve (Fed). “Se isso ocorrer sem uma recessão nos EUA, o impacto deve ser bastante positivo para os mercados emergentes – e o Brasil é um dos países com maior sensibilidade a esse cenário”, avaliam os analistas.

No se que refere às políticas tarifárias de Donald Trump, o JPMorgan ainda não tem uma visão consolidada sobre o seu impacto. Para o banco, porém, o México é mais afetado por tarifas do que o Brasil, tanto do ponto de vista macroeconômico quanto de mercado. Por outro lado, novas taxas sobre a China podem pressionar os preços das commodities, o que impactaria negativamente a América do Sul.

Eleições de 2026

Embora as eleições presidenciais de 2026 no Brasil ainda estejam distantes, elas adicionam um fator de atratividade ao País, na visão do JPMorgan. Os riscos até lá, no entanto, não são desprezíveis. O entendimento é de que a corrida eleitoral abre caminho para uma possível mudança de governo. “Ainda é cedo para se posicionar com base nisso, mas a narrativa já existe e cada nova pesquisa eleitoral pode reforçá-la, enquanto a disputa se acirra com o passar do tempo.”

Outro “bônus” do Brasil, segundo o banco, é que o nível de alocação dos investidores locais em ações está no seu menor nível, com posições short (vendidas) alcançando o maior patamar desde, pelo menos, o começo de 2024. “Embora a alocação em ações possa se recuperar rapidamente, a redução das posições vendidas tende a ser mais lenta, mas pode começar a melhorar assim que o ciclo de alta de juros chegar ao fim”, ressaltam os estrategistas do JPMorgan.

Os riscos para a tese de investimentos no Brasil

Do ponto de vista global, na visão do banco, um eventual aumento da incerteza nos mercados poderia gerar um cenário de aversão ao risco, dificultando um bom desempenho do Brasil. Em caso de recessão nos Estados Unidos, os mercados acionários de ambos os países, assim como da América Latina como um todo, provavelmente sofreriam.

Publicidade

“Para o Brasil, novos ruídos em relação à política fiscal e a possíveis medidas não convencionais para conter a inflação poderiam prolongar o ciclo de aperto monetário, em vez de encurtá-lo. Além disso, uma desaceleração da economia da China combinada com o fim do rali nos mercados acionários chineses poderia ter implicações negativas para a Bolsa brasileira“, completa a equipe do JPMorgan.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • China
  • Estados Unidos
  • JPMorgan
  • Juros
Cotações
17/02/2026 18h38 (delay 15min)
Câmbio
17/02/2026 18h38 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Do samba ao pregão: 5 filmes e 1 série sobre mercado financeiro para maratonar no feriado prolongado

  • 2

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 3

    Investidor do Shark Tank que usa IA para tudo diz que a inteligência artificial pode criar o 1º trilionário antes de Elon Musk

  • 4

    Do glitter ao hotel: ficou mais caro curtir o carnaval este ano?

  • 5

    Folia sem ficar no vermelho: especialistas ajudam a gastar menos e se planejar para a vida pós carnaval

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Últimas: Tempo Real
Dow Jones hoje fecha em alta com Bolsas de NY em meio a negociações entre Irã e EUA
Tempo Real
Dow Jones hoje fecha em alta com Bolsas de NY em meio a negociações entre Irã e EUA

Na volta de feriado dos EUA, o mercado também acompanhou o índice de atividade industrial Empire State

17/02/2026 | 12h29 | Por Beatriz Rocha
Bolsa de Tóquio fecha em baixa em dia de liquidez enfraquecida com feriados na Ásia
Tempo Real
Bolsa de Tóquio fecha em baixa em dia de liquidez enfraquecida com feriados na Ásia

Com liquidez reduzida por feriados na Ásia, ações de tecnologia e indústria lideram as perdas em Tóquio após PIB abaixo do esperado; na contramão, bolsa australiana avança 0,24%

17/02/2026 | 06h25 | Por Redação E-Investidor
Agenda de terça (17): emprego no Reino Unido, ZEW na Europa e atividade nos EUA ficam no radar
Tempo Real
Agenda de terça (17): emprego no Reino Unido, ZEW na Europa e atividade nos EUA ficam no radar

Mercado acompanha dados de trabalho britânicos, confiança de investidores na Alemanha e indicadores de atividade industrial e imobiliária nos Estados Unidos

17/02/2026 | 04h30 | Por Isabela Ortiz
Petróleo fecha em alta, com cautela às vésperas de diálogo entre EUA e Irã
Tempo Real
Petróleo fecha em alta, com cautela às vésperas de diálogo entre EUA e Irã

Investidores discutem a possibilidade de a Opep+ retomar a política de aumento da oferta a partir de abril e monitoram negociações sobre acordo nuclear

16/02/2026 | 18h30 | Por Arícia Martins

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador