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Petrobras (PETR3): ações derretem 4% com queda do petróleo após tarifas de Trump

Papéis da Petrorecôncavo (RECV3) também recuam no pregão com queda dos preços da commodity

Por Beatriz Rocha

07/04/2025 | 15:03 Atualização: 07/04/2025 | 15:03

Petrobras. (Foto: Adobe Stock)
Petrobras. (Foto: Adobe Stock)

As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) estão entre as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (7). Às 14h40, os ativos derretem 4,40% a R$ 36,07, enquanto os papéis preferenciais da petroleira (PETR4) recuam 3,04% a R$ 33,50. O movimento negativo acompanha a queda dos preços do petróleo, que, só na última semana, já tiveram perdas próximas a 10%.

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Com a baixa, a estatal encolhe cerca de R$ 21 bilhões em valor de mercado em relação ao fechamento de sexta-feira (4), segundo dados do Broadcast. Outras petroleiras operam mistas na sessão. Brava Energia (BRAV3), que havia tombado quase 10% no último pregão, avança 0,82%, enquanto Petrorecôncavo (RECV3) tem perda de 0,98%. Já Prio (PRIO3) sobe 2,42%.

No início da sessão, os preços do petróleo chegaram a reduzir perdas e a tocar rapidamente o território positivo, com rumores de que Donald Trump estaria avaliando suspender por 90 dias as tarifas aplicadas a todos os países, exceto para a China. As falas foram atribuídas a Kevin Hassett, do Conselho Econômico Nacional dos EUA. Posteriormente, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou as informações e disse que os relatos eram “fake news”, em entrevista concedida por telefone à CNBC.

Em meio à guerra comercial, Itaú BBA vê investidores divididos entre Prio e Petrobras

Em relatório divulgado nesta segunda-feira, o Itaú BBA explicou que a concretização de uma guerra comercial global aumentou os receios dos investidores quanto ao risco de uma recessão e de uma desaceleração econômica mundial. Um cenário como esse poderia reduzir ainda mais a demanda por petróleo.

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Além disso, a recente decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, conhecida como Opep+, de acelerar o aumento da produção a partir de maio sugere um possível desequilíbrio entre oferta e demanda que pode não sustentar os preços do petróleo Brent significativamente acima de US$ 60 por barril.

“Diante desse cenário de deterioração, os investidores estão reavaliando o nível desejado de exposição ao setor — se é que desejam alguma — e priorizando uma estratégia defensiva. Eles estão selecionando investimentos que ofereçam maior resiliência e ainda tragam retornos atrativos, mesmo em cenários com preços do petróleo abaixo de US$ 60 por barril”, destaca o BBA.

Nesse contexto, o banco vê os investidores divididos entre Prio e Petrobras. Aqueles que preferem a primeira valorizam a forte geração de caixa livre no curto prazo, além do potencial impacto da aquisição do campo de Peregrino como um catalisador relevante para as ações neste ano. Além disso, há expectativas positivas em relação ao foco da empresa na remuneração aos acionistas após essa aquisição.

Já os que optam pela Petrobras acreditam que a ação é menos vulnerável a uma possível queda nos preços do petróleo, devido ao seu sólido rendimento de dividendos no curto prazo. Existe, no entanto, a preocupação de que um excesso de gastos em capex (despesas de capitais) possa impactar negativamente os proventos. Outro sentimento que paira sobre a estatal é um otimismo cauteloso quanto ao possível impacto das eleições de 2026 no desempenho das suas ações, com muitos investidores considerando que ainda é cedo para incorporar esse fator nas decisões.

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