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Em 4 anos, Pix gerou ganhos de mercado para bancos digitais, avalia BBI

Segundo o banco, o sistema fez com que novas marcas ganhassem espaço em especial entre clientes de baixa renda

Por Matheus Piovesana

04/09/2024 | 15:02 Atualização: 04/09/2024 | 15:02

(Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

O avanço do Pix nos quase quatro anos desde sua entrada no ar levou a inovações e a ganhos de mercado por parte de bancos digitais, de acordo com análise do Bradesco BBI. O banco de investimentos afirma que o sistema fez com que novas marcas ganhassem espaço em especial entre clientes de baixa renda e em bolsões do crédito, e também obrigou as credenciadoras a transformar seus modelos de negócio.

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Com base em dados do Banco Central e de associações do setor, a equipe liderada pelo analista Gustavo Schroden afirma que os bancos tradicionais perderam mercado em produtos como o crédito pessoal, cartões de crédito e consignado. Essa contração aconteceu em um período em que a participação de clientes com renda de até dois salários mínimos mensais nestes produtos aumentou.

Na visão dos profissionais, isso mostra o avanço dos novos agentes, e o crescimento do Pix foi peça-chave nestes movimentos. “A inclusão financeira levou à expansão do crédito para pessoas que tinham acesso limitado ou não tinham acesso a produtos financeiros mais estruturados”, afirmam.

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No crédito pessoal, por exemplo, a fatia dos maiores bancos do País caiu de 65,1% em 2019 para 45,2% no primeiro trimestre deste ano, enquanto nos cartões de crédito, recuou de 75,6% para 59,2% no mesmo período. Os maiores bancos digitais se beneficiaram essa mudança de mercado, bem como outros agentes.

O BBI compara os dados ainda às receitas do Itaú Unibanco (ITUB4), do Banco do Brasil (BBAS3) e do Santander Brasil (SANB11), os três maiores bancos de varejo de sua cobertura, com contas correntes e com outros tipos de serviço. Desde 2019, as quedas anuais na receita de conta corrente variaram de 3,1% (Itaú) a 4,3% (BB), em um reflexo da maior concorrência.

“Como as instituições financeiras digitais continuam a ganhar espaço em segmentos de menor renda, esperamos que as tradicionais continuem investindo para manter suas bases de clientes e sua competitividade”, afirmam os analistas.

Novos negócios

Pelo lado positivo para os bancos, o BBI destaca que o Pix criou novos produtos e consequentemente, novas fontes de receita em potencial. Dois exemplos são o financiamento de Pix, ou seja, empréstimos para liquidar as transferências quando o cliente não tem saldo, além de seguros atrelados ao Pix.

Para as empresas de maquininhas, o processamento de pagamentos feitos via Pix também se tornou um potencial negócio, na visão do banco. A partir de diferentes bases de dados, o BBI calcula que o pagamento via Pix para o comércio respondeu por 30,8% do consumo das famílias no primeiro trimestre deste ano, contra 54,8% dos cartões.

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O parcelamento de Pix e novas funcionalidades do sistema devem fazer com que o Pix continue tomando espaço dos cartões, como por exemplo o Pix por aproximação e o Pix Automático, ambos com lançamento programado para 2025. “De todo modo, a potencial canibalização deve ficar limitada a compras de menor valor, uma vez que a ferramenta [Pix parcelado] atualmente cobra juros.”

Os analistas afirmam que o Pix deve continuar pressionando os cartões de débito, que pararam de crescer diante da concorrência com o sistema. “O potencial impacto sobre os cartões de crédito provavelmente dependerá de o Pix parcelado poder ou não ser integrado ao sistema”, dizem.

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