Esta mudança gradativa indica maior conforto dos participantes com a liquidez do mercado secundário, apontam Rodela e Guilherme Maranhão, diretor no Itaú BBA. Eles participaram painel no MKBR 2024, organizado pela B3 e pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e que tem apoio do Broadcast.
Para a evolução da indústria de crédito privado com crescimento em diferentes setores, Rodela destaca a atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Dá conforto para o gestor e o investidor saberem que a ponta mais longa do funding está equacionada.” Além disso, ela aponta que as securitizadoras se desenvolveram de forma acelerada nos últimos anos – trazendo ativos com mais transparentes ao mercado.