• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Presidente de empresa global vê transformação no mercado imobiliário

Quem reflete sobre o tema é o executivo da Cushman & Wakefield para a América do Sul, Herman Faigenbaum

Por Circe Bonatelli

10/01/2024 | 14:04 Atualização: 10/01/2024 | 14:05

Foto: (Freepik)
Foto: (Freepik)

Quem trabalha no mercado imobiliário costuma comparar o setor a um transatlântico: gigante, deslancha quando atinge velocidade de cruzeiro, mas lento nas mudanças de curso. E bem neste momento, é possível observar uma dessas mudanças.

Leia mais:
  • Banco Mundial prevê desaceleração da China, com riscos para o mercado imobiliário
  • Carteira de FIIs do Itaú BBA superou Ifix em 2023; veja recomendações para janeiro
  • Os FIIs mais recomendados para janeiro de 2024
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Quem reflete sobre o tema é o novo presidente da consultoria Cushman & Wakefield para a América do Sul, Herman Faigenbaum. O executivo argentino assumiu o comando do grupo na região desde março e agora está sediado na cidade de São Paulo. Antes disso, liderou as sucursais da empresa no Chile, Peru e Colômbia.

Na sua primeira entrevista à imprensa local, Faigenbaum compartilhou com o Broadcast um levantamento que aponta o processo de transformação gradual do mercado imobiliário e que foi acelerado recentemente. O quadro ilustra as novas rotas dos investimentos em propriedades comerciais ao redor do mundo e que também está sendo visto no Brasil.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Em suma, o mercado está menos ‘escritório-cêntrico’, nas palavras de Faigenbaum. Quer dizer: antes, o mercado concentrava os investimentos nos prédios de escritórios, uma categoria segura, com demanda firme das empresas que demandam espaços administrativos e pagadora recorrente de aluguéis. Entretanto, essa classe de ativos foi colocada em xeque pela mudança de comportamento provocada pela pandemia, ao mesmo tempo em que outros tipos de edificações ganharam espaço.

Um levantamento da Cushman & Wakefield aponta que o mercado de escritórios já foi responsável por 75% das receitas das empresas detentores de propriedades comerciais até o fim do século passado. Hoje, essa fatia caiu para 40%. Em paralelo, o setor de galpões logísticos cresceu de 20% para 40%, dividindo a liderança. Existe ainda uma classe de ‘outros ativos’, que abrange principalmente imóveis para atender o agronegócio, além de instrumentos do mercado de capitais, que ganhou musculatura, passando de 5% para 20% do bolo.

“A indústria era muito focada nos escritórios, que, tradicionalmente, foram o principal destino dos investimentos. Mas isso começou a mudar desde o crescimento da internet nos anos 2000 e teve um avanço relevante mais recentemente, com o salto do e-commerce e a popularização do home office. A pandemia acelerou esse processo de transformação”, aponta Faigenbaum. “O mercado está deixando de ser office-centric para ser um multi-asset ecosystem”, diz.

O presidente da consultoria aponta com entusiasmo o avanço do mercado industrial. “Há 30 anos, os galpões eram o patinho feio, mas, progressivamente, o setor foi crescendo para atender a demanda de empresas de comércio eletrônico, entregas e tráfego de dados”, observa.

Novo formato

Os galpões mais modernos têm novos desenhos, piso com maior capacidade de carga, pé-direto elevado para acomodar estoques e climatização para abrigar os robôs que separam as mercadorias de forma automatizada. Há também uma revisão das localizações. Os galpões estão cada vez mais próximos dos grandes centros urbanos para viabilizar as entregas super rápidas, no last mile (a pernada final do ciclo de distribuição).

Publicidade

Como parte da consolidação do setor de galpões logísticos, Faigenbaum aponta como uma das principais tendências o desenvolvimento de imóveis para abrigar data centers de provedores de internet, servidores que armazenam dados em nuvem, governos, bancos e grandes corporações. Os inquilinos vão desde peso-pesados globais, como Google (GOGL34) e Microsoft (MSFT34) até empresas locais, como Mercado Livre (MELI34) e Itaú (ITUB4). Vistos de fora, esses imóveis são parecidos com os galpões do comércio eletrônico. A diferença está nos requisitos de maior segurança, acesso a energia elétrica e água para resfriamento das máquinas, bem como rede de fibra ótica.

“Nos próximos dez anos, vamos ver um crescimento exponencial do mercado de data centers. Ele deve crescer sete ou oito vezes. Estimamos que cada cidade com 500 mil habitantes vai precisar de ao menos um condomínio de data centers”, conta o presidente da Cushman. “Nos Estados Unidos, esse mercado já cresceu muito. A próxima fronteira é a América do Sul”.

Por fim, a categoria de ‘outros ativos’ que subiu de 5% para 20% do bolo tem uma variedade de imóveis que também serve para indicar mercados imobiliários crescentes. O setor agropecuário entra aí. Há mais investimentos em silos para atender o salto da produção no campo, bem como a demanda de terras para reflorestamento e compensação de emissão de carbono originados em outras atividades produtivas.

Readequação

Ainda assim, o segmento dos escritórios não deve diminuir de tamanho em termos absolutos, diz o executivo. Em vez disso, a expectativa é de uma readequação dos espaços, com mais salas de reuniões, módulos de trabalho individuais e locais de vivência e descontração – como já está sendo visto nos principais endereços de empresas da capital paulista..

Antes, as premissas para investimentos em escritórios se resumiam a imóveis com boa qualidade construtiva situados em localizações estratégicas. Hoje, o gestor desse tipo de imóvel tem que lidar com maior rotatividade dos inquilinos e buscar melhorar a experiência de quem deixa o home office para pisar na firma. Por isso, tem se tornado mais comum nos grandes prédios de escritórios ver operações de lanchonetes, cafeterias, academia e até creches. “Nesse sentido, o gestor desses prédios ficou mais parecido com um gestor de shoppings, que precisa se preocupar o tempo todo com a atratividade e as experiências do local”.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • ativos
  • Conteúdo E-Investidor
  • Imóveis
  • Investimentos
  • mercado imobiliário
Cotações
06/05/2026 22h06 (delay 15min)
Câmbio
06/05/2026 22h06 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ações recomendadas para maio reposicionam apostas na Bolsa; veja as escolhas de bancos e corretoras

  • 2

    Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas

  • 3

    Viu RMC no extrato do INSS? Entenda o risco do consignado que pode prender aposentados a uma dívida infinita

  • 4

    Reforma Tributária: ativos isentos devem perder atratividade para a alta renda

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em alta com dólar a R$ 4,91, petróleo em forte queda e impacto de balanços

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desconto da conta de água: quem tem direito à Tarifa Social?
Logo E-Investidor
Desconto da conta de água: quem tem direito à Tarifa Social?
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos devem ter um destes bilhetes para conseguir gratuidade no Metrô
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos devem ter um destes bilhetes para conseguir gratuidade no Metrô
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: veja como realizar a comprovação digitalmente
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: veja como realizar a comprovação digitalmente
Imagem principal sobre o Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Logo E-Investidor
Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Imagem principal sobre o Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Logo E-Investidor
Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Imagem principal sobre o Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Logo E-Investidor
Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Imagem principal sobre o 3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Logo E-Investidor
3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Últimas: Tempo Real
Dexco (DXCO3): lucro líquido vai a R$ 71,9 milhões no 1T26, alta de 22,7% ante o 1T25
Tempo Real
Dexco (DXCO3): lucro líquido vai a R$ 71,9 milhões no 1T26, alta de 22,7% ante o 1T25

Companhia, o avanço do lucro vem da melhora de margens de seus produtos, com reajustes de preços implementados ao longo de 2025

06/05/2026 | 21h26 | Por Circe Bonatelli
CBA (CBAV3): lucro é de R$ 341 milhões no 1T26, alta de 2% na comparação anual
Tempo Real
CBA (CBAV3): lucro é de R$ 341 milhões no 1T26, alta de 2% na comparação anual

Empresa registrou queda da alavancagem, com ambiente favorável de preços do alumínio, evolução do mix de vendas e a contribuição positiva do segmento de energia

06/05/2026 | 21h12 | Por Talita Nascimento
Riachuelo (RIAA3) lucra R$ 5 milhões no 1T26 e reverte prejuízo de um ano antes
Tempo Real
Riachuelo (RIAA3) lucra R$ 5 milhões no 1T26 e reverte prejuízo de um ano antes

Resultado foi sustentado por avanço da operação de vestuário, melhora na execução comercial e expansão de margens

06/05/2026 | 20h52 | Por Júlia Pestana
Lucro da Ânima Educação (ANIM3) chega a R$ 106,2 milhões no 1T26, avanço de 11%
Tempo Real
Lucro da Ânima Educação (ANIM3) chega a R$ 106,2 milhões no 1T26, avanço de 11%

Empresa inicia 2026 com crescimento na receita e alavancagem reduzida, com reajustes no tíquete médio

06/05/2026 | 20h50 | Por Wilian Miron

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador