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Renda fixa ganha espaço nas carteiras de gestoras de patrimônio no 1º semestre

Outro destaque são os títulos isentos, que cresceram 13,5% no período, segundo dados da Anbima

Por Bruna Camargo

10/09/2024 | 15:27 Atualização: 10/09/2024 | 15:27

Renda fixa (Foto: AdobeStock)
Renda fixa (Foto: AdobeStock)

A renda fixa ampliou de 37,9% para 40,5% a participação nas carteiras de gestoras de patrimônio no primeiro semestre de 2024. O crescimento em volume foi de 9,5%, para R$ 190,1 bilhões. Os fundos de renda fixa e os títulos públicos representam 51,5% do crescimento da classe, somando um incremento de R$ 8,5 bilhões. Mas outro destaque foram os títulos isentos, que cresceram 13,5% no período (R$ 5,3 bilhões), para R$ 44,74 bilhões. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).

Leia mais:
  • Volume administrado por gestoras de patrimônio chega a R$ 469 bi no 1º semestre
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“As casas de gestão de patrimônio evitam ‘aventuras’, então tendem a buscar na montagem de portfólio a soma de boas oportunidades”, disse Richard Ziliotto, presidente da Comissão de Gestão de Patrimônio da Anbima, em entrevista ao Broadcast Investimentos. Assim, com o atual patamar da Selic, o destaque para a classe de renda fixa não é surpresa. “É um porto seguro importante.”

Em relação aos títulos isentos, Ziliotto destaca que “o movimento das debêntures incentivadas é algo que veio para ficar, com esses ativos cada vez mais negociados em bolsa e uma liquidez cada vez maior para os ativos de crédito”. Os dados da Anbima mostram que as debêntures incentivadas viram o volume subir de R$ 8,76 bilhões em dezembro de 2023 para R$ 9,67 bilhões no primeiro semestre de 2024, representando uma fatia de 21,61% da carteira de ativos isentos.

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Ainda no segmento, o volume das letras de crédito imobiliário (LCI) aumentou para R$ 9,27 bilhões, seguido pelo de letras de crédito do agronegócio (LCA), com R$ 8,94 bilhões, de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), com R$ 7,71 bilhões, de certificados de recebíveis do agronegócio (CRA), com R$ 5,58 bilhões, e letras imobiliárias garantidas (LIGs), com R$ 3,57 bilhões. “A alocação é bem distribuída, com os instrumentos bem utilizados”, afirma Ziliotto.

Ativos híbridos e renda variável

Já os ativos híbridos – que consideram cotas de fundos multimercados, imobiliários (FIIs) e de índice (ETFs) – tiveram variação negativa no último semestre, de 25,3% do total da carteira para 22,4%. Os multimercados caíram 14,7%, para R$ 82,3 bilhões do volume administrado. Já os FIIs tiveram um movimento concentrado que trouxe avanço de 18,8% no período, para R$ 19,6 bilhões. Os ETFs apresentaram alta de 16,3%, para R$ 3,3 bilhões.

A renda variável também perdeu algum espaço no volume financeiro das gestoras de patrimônio. O segmento representava 34% do total das carteiras em dezembro de 2023 e recuou para 33,7% em junho de 2024. Mas a variação em volume foi positiva tanto para os fundos de ações (+4,1%), para R$ 73,1 bilhões, quanto para as ações (+1,6%), para R$ 59 bilhões.

“A participação é dispersa nas diferentes classes de ativos, há uma tendência de pulverização nesse segmento. Isso porque as casas tendem a rentabilizar esse patrimônio, não tentar acertar em ‘tiros’ concentrados”, observa Ziliotto. Ele destaca que a parcela de renda variável se mantém “bem gerenciada” e reforça que não é possível cravar um movimento “de/para” na classe de multimercados – indústria que tem sofrido com resgates.

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