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Tempo Real

Setor de açúcar do Brasil terá desalavancagem com maior geração de caixa, diz Itaú BBA

Por E-Investidor

24/11/2020 | 13:57 Atualização: 24/11/2020 | 13:57

(Reuters) – O setor de açúcar e etanol do Brasil está em uma fase de redução da alavancagem com aumento forte das receitas, especialmente por boas vendas antecipadas fechadas para exportação do adoçante com um câmbio favorável, e deve ainda ser capaz de realizar investimentos, avaliaram nesta terça-feira especialistas do Itaú BBA.

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“Estamos em ano de importante desalavancagem, a receita vai crescer mais rápido que investimentos, a receita cresce bastante, a geração de caixa cresce bastante, investimento crescendo de forma mais comedida em relação ao ano passado até porque o ano foi desafiador (pela pandemia)… (mas) é um ano de importante desalavancagem”, disse a jornalistas o diretor de Agronegócios da instituição financeira, Pedro Fernandes.

Segundo o executivo, o bom momento para o setor deve se estender para os próximos anos, com base no elevado patamar de antecipação nas vendas.

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“Assim como a próxima safra também será (de desalavancagem), o câmbio deve ficar relativamente estável no ano que vem, o setor estará bem financeiramente em março de 2021 e estará bem em março de 2022, e dado o nível de fixação futura, independentemente de eventuais oscilações de preço do açúcar, acho que são anos em que o setor se recapitaliza”, acrescentou.

Ele disse que o preço da cana “vai subir um pouco, mas a receita cresce mais”, o que favorece a geração de caixa e a capacidade de aumentos de investimentos e desalavancagem.

“Nesta safra, veremos um aumento de receita de duplo dígito, vemos as empresas gerando muito mais caixa”, afirmou Fernandes, citando custos “controlados” de diesel e mão de obra na safra atual (2020/21).

“Tem uma sobra importante de recursos aqui.”

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Na safra 2019/20, um levantamento do Itaú BBA com 59 grupos do centro-sul, que representam moagem de quase 350 milhões de toneladas, apontou aumento na receita líquida para 61,8 bilhões de reais, ante 55,5 bilhões na temporada anterior.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi apontada em 15 bilhões de reais em 2019/20, ante 12,3 bilhões no ciclo anterior.

Já o investimento aumentou para 10,3 bilhões de reais, o maior nível de capex em sete safras, ante 8,3 bilhões de reais em 2018/19.

Segundo Fernandes, isso foi feito via geração de caixa, o que mostra um cenário em que parte do setor deixou de “se servir dos ativos” para uma fase de extrair o máximo das unidades, via investimentos.

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A dívida líquida aumentou 13% entre a safra 2018/19 e a 2019/20, para 51 bilhões de reais, mas o diretor do Itaú BBA afirmou que isso é explicado pela variação cambial, com muitos grupos ainda carregando endividamento em dólar.

De outro lado, lembrou ele, o Ebitda aumentou mais de 20%, ou seja, mais que o endividamento.

O Itaú BBA dividiu os grupos de usinas entre aquelas mais resilientes e aquelas ainda em situação financeira pior, e destacou que a maior parte dos investimentos, ou quase 8 bilhões de reais, foram realizados pelos grupos A e B.

“Setenta por cento desses grupos A e B já estão em expansão… estão agregando valor à atividade, de começar a pisar no acelerador, é um ótimo sinal…”, afirmou ele.

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O executivo apontou ainda que o mundo está caminhando na safra 2020/21 para o terceiro déficit de açúcar no mercado consecutivo, um cenário construtivo para preços.

M&A

“Os preços do açúcar seguem atraentes para partir para investimentos, o que explica a animação do setor”, concluiu Fernandes.

Sobre fusões e aquisições (M&A) do setor, ele disse acreditar que, muito mais que um ciclo de consolidação, “vamos ver uma história de consolidação mais regional”.

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“Apesar dos preços remuneradores, não vemos um movimento grande dos grupos saírem de sua área de atuação, com movimentos agressivos, é muito mais aumentar um pouco o ritmo de capacidade de moagem”, comentou.

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