Perto do horário de fechamento da Bolsa de Nova York às 18h00 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos subia a 4,242%; o da T-note de 10 anos recuava a 4,392%; e o da T-note de 30 anos tinha queda a 4,600%.
O PMI de serviços dos Estados Unidos aumentou entre novembro e dezembro, de 57,0 para 58,5, segundo dados preliminares divulgados hoje pela S&P Global. A leitura contrariou as expectativas de queda de analistas consultados pela FactSet, que esperavam queda a 56,7.
Sobre a reunião do Fed, a analista Ipek Ozkardeskaya, do Swissquote Bank, indica que as sinalizações sobre os próximos passos serão mais importantes que o corte em si. A economia americana permanece resiliente e as políticas do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, podem impulsionar a inflação, na visão dela. “Não há nada que justifique a continuação dos cortes regulares em 2025”, avalia.
Na visão da Stifel Economics, a resiliência contínua no mercado de trabalho e a economia em geral, juntamente com as pressões ainda elevadas sobre os preços, que se moveram largamente lateralmente durante os últimos meses, deverão ser suficientes para provocar uma pausa nos cortes, mais cedo ou mais tarde.
Além disso, com dados persistentemente sólidos, especialmente no mercado de trabalho, é provável que o Comité mantenha um tom relativamente agressivo e uma avaliação positiva das condições atuais na declaração de dezembro, avalia. Além disso, dadas as leituras “quentes” em curso sobre a inflação que excedem as previsões anteriores da Fed, o Comité deverá rever materialmente a sua previsão para ajustes adicionais de política ao longo dos próximos 24 meses, resultando num número reduzido de cortes, conclui.