Perto do horário de fechamento da Bolsa de Nova York às 18h00 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos subia a 4,241%; o da T-note de 10 anos avançava a 4,397%; e o da T-note de 30 anos tinha alta a 4,607%.
“Há incerteza entre investidores. Alguns veem o título de 10 anos a 4,5% elevado demais, outros estão preocupados com taxas bem mais elevadas por tempo prolongado”, aponta o estrategista sênior da CreditSights, Zach Griffiths.
Os dados de preços desta semana mostraram que a inflação permanece teimosamente acima da meta do Fed, aponta o Wells Fargo. “A inflação geral apresentou uma tendência lateral nos últimos meses e, embora não esperemos que os dados desta semana impeçam a Fed de cortar mais 25 pontos base na próxima semana, provavelmente contribuirá para que o Comité reduza a sua orientação para uma flexibilização adicional no futuro”, avalia o banco.
Na visão do BMO, o intervalo para rendimentos de 10 e 30 anos foi bem estabelecido e reforça a suposição de que a procura dos investidores continuará a surgir durante qualquer reforço material nos rendimentos que coloque 4,50% ou mesmo 5,00% no radar. A série de riscos que o mercado de taxas dos EUA enfrenta em 2025 certamente não impedirá episódios de baixa e um aumento nos rendimentos, avalia. “Prevemos que o início do ano será enviesado a favor de rendimentos mais elevados. Dito isto, os rendimentos máximos de 10 anos para o ciclo já foram estabelecidos e qualquer liquidação subsequente estará em conformidade com esses parâmetros”, conclui.
Com informações Dow Jones Newswires.