No fim da tarde em Nova York, o juro da T-note de 2 anos subia a %, o da T-note de 10 anos avançava a % e o do T-bond de 30 anos tinha alta a %. No monitoramento do CME Group, subia no fim desta tarde a 89,1% a chance de manutenção dos juros pelo Fed neste mês, de 82,4% no dia 29 de dezembro, enquanto a de um corte de 25 pontos-base recuava a 10,9% (de 17,6%). Para março, a possibilidade de manutenção dos juros ainda na faixa atual, de 5,25% a 5,50%, avançava a 21,4% (de 11,5% no dia 29).
Para todo o ano atual, o CME mostrava chance maior de trajetória menos dovish, com 39,9% de chance de que os juros estejam em 3,75% a 4,00% (em 29 de dezembro, a maior chance estava na faixa entre 3,50% e 3,75%, em 38,6%). Os mercados continuam convencidos de que o Fed manterá as taxas inalteradas este mês e começará a reduzi-las em março, enquanto alguns analistas duvidam que o ritmo de flexibilização seja tão rápido quanto o precificado até agora. “Se o pivô do Fed continuar empurrando as taxas hipotecárias para baixo, os preços das ações para cima e os spreads de crédito mais apertados, poderemos obter uma recuperação sólida na economia nos próximos meses”, afirmou Torsten Slok, da Apollo, numa nota.
Em meio a esses ajustes, os juros dos Treasuries ganharam fôlego hoje. Os indicadores não foram decisivos nesse mercado, mas continuavam a mostrar quadro modesto da economia dos EUA. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do país recuou a 47,9 na leitura final de dezembro, ante previsão de 48,2 dos analistas ouvidos pela FactSet.