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Eventual demissão de Powell seria 1º passo para acabar com Fed independente, diz Capital Economics

Trump voltou a pedir cortes nos juros e acusou o presidente do BC dos EUA de favoritismo político ao não cortar as taxas

Por Mateus Fagundes

21/04/2025 | 18:40 Atualização: 21/04/2025 | 18:40

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

A consultoria Capital Economics afirma que, caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha sucesso em tirar do cargo o chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, esse poderá ser o primeiro passo para desmantelar a independência do BC americano. Hoje mais cedo, Trump voltou a pedir cortes nos juros e acusou Powell de favoritismo político ao não cortar as taxas. Na sexta-feira, o conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, reconheceu que Trump está estudando formas de demitir o presidente do Fed.

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Demissões de conselheiros do Fed só podem ser feitas por “justa causa”. Observadores dizem que não está claro se um desacordo sobre a definição da política monetária se qualifica como uma má conduta de Powell. Caso Trump opte por essa linha, pode enfrentar um processo na Suprema Corte.

A Capital Economics lembra que os juízes já analisam um caso que pode servir de referência para Trump. Uma decisão da Suprema Corte de 1935 limitou a capacidade do presidente de remover líderes de agências governamentais independentes sem motivo. Ela protegeu os presidentes do Fed contra demissões políticas desde então.

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Agora, a decisão de 1935 está sob atenção pelo fato de o governo Trump ter demitido os chefes de agências como a Comissão Federal de Comércio, o Conselho Nacional de Relações Trabalhistas e o Conselho de Proteção ao Mérito no Serviço Público. “Se Trump ganhar o caso na Suprema Corte, ele pode se sentir encorajado a demitir Powell em seguida”, diz a Capital Economics.

Neste caso, afirma a consultoria britânica, Trump poderia escolher o ex-diretor do Fed e ex-banqueiro Kevin Warsh para o cargo. “Uma troca direta de Warsh por Powell pode não acabar sendo um desastre completo para os mercados”, diz a Capital Economics.

Só que a própria consultoria faz uma ponderação: Warsh seria apenas um voto no Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc).

Os demais membros do colegiado teriam de escolhê-lo como presidente do Fomc, uma vez que o cargo não é vinculado à presidência do Fed – ainda que, usualmente, o chairman do BC americano que ocupe a função. Num ambiente conflagrado, Warsh poderia encontrar um colegiado hostil às suas ideias. Neste caso, a liderança para o conselho que decide os juros do Fed poderiam recair ao presidente do Fed de Nova York, John Williams.

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É neste ponto que Trump, segundo a Capital Economics, se sentiria seria forçado a “cruzar o Rubicão e marchar sobre Roma”, demitindo também os demais seis conselheiros do Fed para conseguir baixar os juros.

“É muito provável que a demissão de Powell seja apenas o primeiro passo para o desmantelamento da independência do Fed. Se Trump estiver determinado a reduzir as taxas de juros, terá de demitir também os outros seis membros do Conselho do Fed, o que desencadearia uma reação mais severa do mercado, com a queda do dólar e a alta das taxas na ponta longa da curva de juros”, diz a consultoria britânica.

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