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Quase 42% das varejistas faturam mais que no pré-pandemia, diz pesquisa

Como barreiras para o crescimento do setor, os líderes citaram a instabilidade econômica e política.

Por Talita Nascimento, Estadão Conteúdo

16/09/2022 | 16:32 Atualização: 16/09/2022 | 16:37

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

A situação dos negócios de varejo no Brasil após os anos mais duros da pandemia não é uniforme, mas a grande maioria espera que o setor melhore nos próximos anos. Para isso, porém, grande parte espera mudanças em políticas de governo. Uma pesquisa com líderes do setor no Brasil indicou que 42% das empresas do ramo tem agora um faturamento maior do que no pré-pandemia. Outros 25% estão faturando o mesmo que no período anterior à disseminação do coronavírus. Já 22% estão com faturamento menor do que no pré-pandemia. Outros 11% preferiram não responder a essa pergunta.

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Os dados são do estudo “Visão dos Líderes do Varejo”, da Mosaiclab, divulgada na quinta-feira (15) no Latam Retail Show, evento promovido pela consultoria Gouvêa Ecosystem. Feita com 202 líderes do setor, 60% deles em cargos de sócio conselheiro, investidor ou diretores, a pesquisa indica otimismo com o futuro. São 89% dos pesquisados os que avaliam que o setor estará melhor nos próximos 5 a 10 anos.

Para 59% dos pesquisados o varejo estará muito melhor nesse prazo e 30% acreditam que estará um pouco melhor. Já para 6% o setor estará num patamar próximo ao de hoje. Enquanto isso, para 4% o segmento estará um pouco pior e, para 1%, estará muito pior. Segundo Karen Cavalcanti, sócia da Mosaiclab, a tendência de otimismo é maior entre os que estão com os negócios mais saudáveis do que no pré-pandemia.

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Como barreiras para o crescimento do setor, os líderes citaram com mais recorrência a instabilidade econômica (55%) e política (45%). Na sequência, aumento de custos relacionados, por exemplo, a impostos e taxas (42%) e matéria-prima (41%). Queixas relacionadas à mão de obra também foram citadas por muitos pesquisados, sendo que a falta de mão de obra qualificada foi mencionada por 49% dos entrevistados.

Novos formatos de negócios que podem impactar seu setor de atuação foram mencionados por 33% do líderes, enquanto práticas de concorrência predatória, por 32%. A dificuldade de acesso a crédito para investimentos é um problema para 22%. Enquanto isso, novas ondas pandêmicas são uma preocupação para 19% e guerras para 13%.

Para o fundador da Gouvêa Ecosystem, Marcos Gouvêa, a instabilidade é uma questão de constante preocupação para os executivos com atuação no País. Tanto é que redes globais muitas vezes têm dificuldades para se estabelecer no mercado brasileiro. Um ponto importante da pesquisa é que na visão dos líderes pesquisados, o papel do governo a ser eleito para os próximos 4 anos no Brasil passa por fazer mudanças políticas.

Para 59%, o ideal seria manter algumas políticas da forma como estão e fazer grandes ajustes; já para 30% seria bom manter a maioria das políticas e fazer pequenas mudanças. São 9% os que acreditam ser necessário mudar tudo o que está sendo feito e 2% preferem manter tudo como está.

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Dentre as prioridades para os empresários do setor a principal é a Reforma Tributária, apontada por 81% dos pesquisados. Investimento em infraestrutura e logística vem na sequência, com 72%. O combate à corrupção é citado por 68%. Na sequência estão a melhora da educação pública (67%); reformas políticas (65%); redução da taxa de juros (64%); melhora do sistema público de saúde (64%), entre outros.

Para Gouvêa, a organização do setor para dialogar com o poder público e propor soluções para um ambiente de negócios mais frutífero é algo importante e ainda a ser aprimorado. Ele entende que é preciso que o varejo se articule com segmentos adjacentes para buscar soluções mais completas.

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