• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Verde: inflação no Brasil não para de surpreender para baixo

Segundo Luis Stuhlberger, a situação fiscal do País é mais complicada

Por Altamiro Silva Junior e Aramis Merki II

30/01/2024 | 19:24 Atualização: 30/01/2024 | 19:25

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Enquanto a inflação brasileira não para de surpreender para baixo, o sócio- fundador da Verde Asset Management, Luis Stuhlberger, avalia que a situação fiscal do Brasil é mais complicada. O déficit fiscal pode ficar em R$ 80 bilhões, longe do patamar de equilíbrio sinalizado pelo
governo. “Não é um bom número”, disse o gestor na tarde de hoje em evento do UBS, mas é um valor que o mercado tem nas projeções e já embutiu nos preços dos ativos.

Leia mais:
  • Verde: China não vai ter queda abrupta como a dos EUA em 2008
  • Novas dívidas de R$ 70 bi assombram a Vale; quanto ação vai sofrer?
  • Como o mercado vê plano de usar Petrobras para salvar aéreas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“É claro que para ganhar as eleições de 2026 isso não será suficiente. Mas esse problema ficou lá para frente”, disse o gestor. Já para a inflação, ele prevê que fique em 3,40% este ano, e pode ficar até em patamar menor, a depender do que acontecer com os preços de energia.
“O nosso fiscal é preocupante, mas estamos encerrando este com o mesmo déficit fiscal que teve em 2019”, disse Stuhlberger. “A foto é razoável. O filme como a gente sabe é ruim.”

O gestor da Verde comentou que, em relação ao teto de gastos, que já foi abandonado pelo governo, o gasto público em 2024 previsto no orçamento está R$ 300 bilhões a R$ 350 bilhões acima do antigo do teto.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Tem o arcabouço, mas ele começa R$ 300 bilhões acima”, disse em evento do UBS, ressaltando que nesse número tem os pagamentos acumulados dos precatórios.

“O Brasil parece ser bom lugar agora para alocar capital moderadamente”, disse, ponderando que a Bolsa já subiu consideravelmente. A visão é que é possível alocar em ativos brasileiros sem imaginar que haverá um retrocesso motivado pelo próprio Brasil.

“Acredito que as reformas feitas pelo [Jair] Bolsonaro e pelo [Michel] Temer estão deixando a gente crescer mais sem ter inflação, o que é muito bom”, disse Stuhlberger, ao justificar o otimismo moderado em alocar recursos em ativos brasileiros. O sócio-fundador da Verde considera que, se, na prática, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva continuar como chefe de Estado e o ministro da Fazenda Fernando Haddad como chefe de governo, o País estará bem. Mas para pautas de aumento de carga tributária, o Congresso parece estar avesso a esse tipo de medida.

Em um horizonte maior, o gestor tem visão otimista em relação à melhora da balança comercial brasileira. “O superávit comercial do agro pode ser um pouco menor este ano, mas não é só questão de preço. A área plantada segue aumentando, assim como a produção de minério e produção de petróleo. Daqui a pouco nós vamos chegar em uma balança comercial de R$ 150 bilhões”, disse.

Publicidade

Já para o juro real, a visão não é tão otimista. “É impossível o Brasil ter um juro real de 5,6%, 5,7%, porque nossa dívida vai explodir”, comentou ao falar das apostas da Verde, que está há 27 anos no mercado.

Cenário para China

O sócio-fundador da Verde Asset também avalia que a China não vai viver uma quebra abrupta equivalente à crise gerada pelo colapso do Lehman Brothers, em 2008. Ele estima que as taxas de crescimento da chinesas serão cada vez menores, numa queda lenta e gradual, e o gigante asiático exportará deflação para o mundo todo. “A China vai se convencer que o menor dos males é desvalorizar a própria moeda”, diz.

A balança comercial chinesa, porém, é ainda um indicador que vai muito bem, comenta Stuhlberger. “Estão exportando bens de melhor qualidade. Não só para Estados Unidos, mas para mercados emergentes e Rússia.”

O gestor enxerga que os mercados estão prontos para uma realidade com juros mais altos nos Estados Unidos de forma permanentemente. “Mesmo com inflação americana de 2% [ao ano], se tiver Fed Funds a 4% ao ano, ainda vai ter percepção de juros real alta”, afirmou.

Stuhlberger comenta ainda que o Banco Central Europeu (BCE) foi o último a começar a subir juros. “Eles enxergaram pelo retrovisor a inflação chegando, agora fazem a mesma coisa com a inflação desacelerando.” Isto leva a um cenário positivo para investimentos em mercados emergentes, aponta o gestor.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Governo
  • Inflação
  • Verde Asset
Cotações
03/02/2026 17h02 (delay 15min)
Câmbio
03/02/2026 17h02 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ele comprou uma empresa quase falida de Warren Buffett por US$ 1 mil e a transformou em uma gigante de US$ 98 bi

  • 2

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

  • 3

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 4

    O ouro é o novo dólar: por que investidores estão revendo o papel da moeda americana como porto seguro

  • 5

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Imagem principal sobre o Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Logo E-Investidor
Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Imagem principal sobre o Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Logo E-Investidor
Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Logo E-Investidor
Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: quem pode solicitar a renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: quem pode solicitar a renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Últimas: Tempo Real
Ouro fecha em alta de 6% e prata salta 8%, impulsionados por ambiente de incerteza
Tempo Real
Ouro fecha em alta de 6% e prata salta 8%, impulsionados por ambiente de incerteza

Após duas sessões seguidas em queda, ouro chegou a máxima intradiária acima dos US$ 5 mil

03/02/2026 | 16h29 | Por Isabella Pugliese Vellani
Selic a 12% no final de 2026? As projeções de cortes de juros a partir de março, segundo o Bradesco Asset
Tempo Real
Selic a 12% no final de 2026? As projeções de cortes de juros a partir de março, segundo o Bradesco Asset

Economistas avaliam que a redução da Selic em passos graduais deve levar a taxa de juros a 11% até o final de 2027

03/02/2026 | 15h47 | Por Arícia Martins
Susep endurece regras para transferência de carteiras após Marco Legal do Seguro; entenda
Tempo Real
Susep endurece regras para transferência de carteiras após Marco Legal do Seguro; entenda

Norma passa a exigir autorização prévia, amplia responsabilidade das seguradoras e flexibiliza comunicação com clientes

03/02/2026 | 15h18 | Por André Marinho
BofA dobra preço-alvo da Copasa (CSMG3) e vê privatização como virada estrutural
Tempo Real
BofA dobra preço-alvo da Copasa (CSMG3) e vê privatização como virada estrutural

Banco eleva recomendação para compra e aponta ganhos regulatórios e de eficiência ainda não precificados

03/02/2026 | 15h07 | Por Mateus Fagundes

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador