No prospecto preliminar da oferta apresentado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa que também se apresenta como V&S afirma que tem cerca de 50 mil funcionários e 1.400 clientes.
O pedido vem depois que a rival GPS movimentou 2,5 bilhões de reais em um IPO em abril deste ano na B3.
Segundo o documento, a V&S teve receita líquida de 1,75 bilhão de reais em 2020, estável em relação ao ano anterior, mas o lucro líquido caiu 86,8%, para 3,7 milhões de reais.
Fundada em 1967 e com sede em Santo André, na Grande São Paulo, a V&S vem desde 2018 crescendo num mercado altamente fragmentado no Brasil. A empresa comprou oito rivais de menor porte, após ter admitido como sócia a gestora Neo Investimentos. No ano passado, abrigou também na sociedade a Kinea, braço de private equity do Itaú Unibanco.
No IPO, que será coordenado por Itaú BBA, BTG Pactual, Bank of America, UBS-BB e Bradesco BBI, a companhia pretende usar os recursos da venda de ações novas para fazer “aquisições estratégicas”. Atuais acionistas do grupo, incluindo membros da família fundadora, também pretendem vender uma fatia no negócio.