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A sessão desta terça-feira (13) foi negativa para a maioria das bolsas globais, refletindo tensões geopolíticas no Oriente Médio e sinais de atrito entre autoridades americanas após novas tarifas contra países que negociam com o Irã.
A inflação ao consumidor (CPI) nos EUA veio em linha com as expectativas, mas o núcleo abaixo do previsto reforçou a percepção de pressões contidas, sustentando apostas de corte de juros pelo Federal Reserve, banco central dos EUA, ainda neste ano. Apesar disso, as bolsas em Nova York fecharam em queda, com bancos entre os destaques negativos, enquanto os Treasuries, títulos do tesouro americano, recuaram e o dólar manteve força global. O petróleo avançou com intensidade, impulsionado por riscos de redução na oferta diante do aumento das tensões geopolíticas.
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Por aqui, o Ibovespa recuou 0,72% aos 161.973 pontos, com giro financeiro de R$ 25 bilhões, pressionado por ajustes e incertezas locais, com utilities entre os principais recuos. Os juros futuros caíram nas pontas curta e intermediária, refletindo a surpresa negativa na Pesquisa Mensal de Serviços e a leitura mais branda do núcleo do CPI americano.
No câmbio, o dólar apresentou leve alta de 0,06%, cotado a R$ 5,38, acompanhando o movimento global, enquanto Petrobras (PETR3; PETR4) limitou as perdas do índice com ganhos robustos, sustentada pela escalada do petróleo.
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