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Bolsas globais encerram pregão em alta após decisão sobre tarifas de Donald Trump

Ibovespa acompanhou bom humor exterior e avançou 1,06%, aos 190.534 pontos, voltando a renovar recorde historico

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Os mercados globais encerraram a última sessão da semana em clima mais favorável ao risco, após a decisão da Suprema Corte dos EUA reduzir incertezas sobre tarifas e provocar novo enfraquecimento do dólar no exterior. As bolsas em Nova York fecharam em alta, apoiadas pela leitura de que o ambiente regulatório continua indefinido e tende a limitar movimentos mais agressivos na política comercial.

Em paralelo, a divulgação do PIB mais fraco e de um PCE (inflação ao consumidor) mais pressionado adicionou volatilidade, ao sinalizar perda de tração da atividade com inflação ainda resistente no fim de 2025. Declarações de Donald Trump, ao mencionar intenção de impor tarifa global e possibilidade de novas medidas, também trouxeram instabilidade pontual, mas não reverteram o tom construtivo.

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Entre as commodities, o petróleo recuou sob influência de tensões geopolíticas, enquanto o ouro e o cobre avançaram moderadamente.

No Brasil, o Ibovespa acompanhou o movimento externo e avançou 1,06%, aos 190.534 pontos, com giro financeiro de R$ 36 bilhões. Índice renovou recorde histórico ao consolidar recuperação após um início de pregão mais volátil.

No câmbio, o dólar recuou 0,98% frente ao real, cotado a R$ 5,18, refletindo o enfraquecimento global da moeda americana e maior demanda por ativos emergentes. Na renda fixa, os juros futuros recuaram na contramão dos Treasuries, em sessão influenciada pelo vencimento de opções sobre ações, que ampliou a oscilação nos papéis de maior liquidez.

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