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Aversão ao risco prevalece nas bolsas internacionais em meio ao avanço das tensões geoeconômicas

Ibovespa se desapegou do mau humor externo e encerrou em alta firme; dólar oscilou e terminou em leve ascensão

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A aversão ao risco prevaleceu entre as bolsas internacionais nesta terça-feira (20), em meio à volatilidade gerada pelo forte ajuste nos mercados de renda fixa e ao avanço das tensões geoeconômicas. O salto dos rendimentos dos títulos japoneses reacendeu preocupações fiscais e desencadeou correções globais, enquanto sinais de venda de Treasuries por um grande fundo europeu ampliaram a pressão sobre os yields americanos. Nesse ambiente defensivo, as bolsas em Nova York recuaram, moedas emergentes exibiram desempenho misto, o petróleo avançou e o ouro voltou a ser procurado como proteção.

No Brasil, o Ibovespa se descolou do mau humor externo e encerrou em alta firme, mesmo após ter perdido parte do ímpeto que o levou a renovar máxima histórica no intraday. O movimento foi sustentado pela força do setor financeiro e pelo avanço das petroleiras, que acompanharam a valorização do petróleo. Já a curva de juros futuros fechou em alta moderada, refletindo o choque global nos mercados de renda fixa e a postura mais cautelosa dos investidores às vésperas do Comitê de Política Monetária (Copom). No câmbio, o dólar oscilou ao longo da sessão e terminou em leve alta. O Ibovespa subiu 0,87% aos 166.277 pontos, com giro financeiro de R$ 23 bilhões, enquanto o dólar avançou 0,31% frente ao real, cotado a R$ 5,38.

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