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Alívio no exterior, recorde aqui: Ibovespa ignora ruídos e crava nova máxima

Bolsas globais sobem com menor tensão geopolítica e dados resilientes nos EUA, enquanto dólar recua e juros futuros avançam no Brasil

Nesta quinta-feira (15), o alívio no exterior sustentou o viés positivo das bolsas internacionais ao longo do dia, em meio à percepção de menor tensão geopolítica e ao impacto dos indicadores econômicos divulgados nos Estados Unidos. O mercado repercutiu os dados de preços de importação e exportação, que mostraram dinâmica ainda moderada, além de novos números do mercado de trabalho, reforçando a leitura de atividade resiliente.

Em Wall Street, o desempenho mais firme do setor de tecnologia, apoiado por resultados corporativos no segmento de semicondutores, reforçou o apetite por risco. Em contrapartida, o petróleo recuou com força no fechamento, enquanto o ouro também terminou em baixa. Já os rendimentos dos Treasuries encerraram em leve alta, acompanhando os sinais de uma economia americana ainda aquecida.

No Brasil, o Ibovespa descolou parcialmente do exterior e renovou recorde histórico. O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelos bancos, enquanto as ações ligadas ao petróleo sentiram o impacto da queda da commodity no mercado internacional. A Vale (VALE3) sustentou parte do índice, mesmo com o minério de ferro encerrando em baixa moderada na China.

No câmbio, o dólar recuou frente ao real após tocar mínimas ao longo do dia, acompanhando o alívio global. Já os juros futuros avançaram levemente, influenciados pela aceleração inesperada das vendas no varejo brasileiro e pelos dados mais fortes do mercado de trabalho nos Estados Unidos, reforçando a leitura de que o início do ciclo de cortes da Selic deve ocorrer apenas a partir de março.

O Ibovespa avançou 0,26%, aos 165.568 pontos, com giro financeiro de R$ 27,7 bilhões. O dólar caiu 0,61% frente ao real, cotado a R$ 5,37.

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