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As bolsas internacionais encerraram o dia entre alta moderada e estabilidade, ainda refletindo o impacto do payroll mais forte nos Estados Unidos, que reforçou a percepção de um mercado de trabalho resiliente e adiou expectativas de cortes de juros.
Os rendimentos dos Treasuries avançaram e o dólar manteve firmeza frente a outras moedas, enquanto o petróleo terminou em alta, sustentado por tensões geopolíticas e indicações de demanda consistente pela Opep. Apesar do tom cauteloso para a política monetária americana, o ambiente global seguiu favorável ao risco, sustentando o fluxo para mercados emergentes.
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No Brasil, o Ibovespa avançou 2,03% aos 189.699 pontos, renovando sua máxima histórica, em sessão de forte giro financeiro de R$ 37,4 bilhões, enquanto o dólar recuou 0,18%, cotado a R$ 5,19. O movimento foi impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e pelo desempenho firme das blue chips (ações de empresas consolidadas com grande liquidez na Bolsa de valores).
Petrobras (PETR4) contribuiu com a valorização do petróleo e números robustos de produção e vendas, enquanto Vale (VALE3) acompanhou o fluxo mesmo com o minério de ferro encerrando próximo da estabilidade. Na curva de juros, as taxas curtas e intermediárias recuaram, ao passo que a ponta longa permaneceu mais estável, refletindo o avanço dos Treasuries.
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