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Os mercados globais encerraram o dia com humor instável no exterior, em meio a sinais desencontrados sobre negociações relacionadas a sanções e à oferta de petróleo no Oriente Médio. A volatilidade da commodity ditou o ritmo e influenciou a leitura de inflação, com momentos de pressão sobre os juros dos títulos do governo americano.
Na Ásia, as bolsas fecharam em baixa, enquanto na Europa os mercados acionários terminaram em alta. Já em Nova York, o pregão foi de desempenho misto, com investidores à espera de eventos importantes da semana, como a ata do Fed (banco central americano) e balanços de grandes empresas de tecnologia. O dólar perdeu força frente a várias moedas, com o mercado reduzindo posições defensivas montadas nos últimos dias.
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No Brasil, o Ibovespa fechou em baixa, refletindo uma rotação entre setores. Ações ligadas a commodities metálicas perderam espaço, enquanto papéis mais sensíveis ao ciclo doméstico encontraram suporte na melhora dos juros futuros, que terminaram o dia em queda, apesar de ajustes ao longo do pregão.
No câmbio, o real se apreciou e o dólar voltou a se aproximar da faixa de R$ 5,00, com uma queda de 1,37%, acompanhando o ambiente externo mais favorável e a reprecificação de prêmios.
Além disso, na agenda econômica, foram conhecidos os dados de Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), principal indicador de atividade econômica do Banco Central, que veio abaixo das estimativas do mercado. Com esse pano de fundo, o índice brasileiro recuou 0,17% aos 176.976 pontos, com um giro financeiro de R$ 23,8 bilhões.
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