O início do ano por enquanto é negativo para os ativos de risco em âmbito global. Após forte rali nos últimos dias de dezembro, o investidor começa 2024 realizando lucros e ponderando o futuro da política monetária dos Estados Unidos.
Apesar do cenário-base ainda ser de corte nos juros americanos em março, a agenda da semana inspira cautela e os juros dos Treasuries trabalhavam em forte alta na sessão desta terça-feira. Nas bolsas, os índices de Nova York operavam em queda no início da tarde, enquanto na Europa as bolsas encerraram o dia sem sinal único, acompanhando perspectivas para a política monetária e após a divulgação de PMIs indicando retração na atividade da região
Por aqui, em meio à liquidez ainda enxuta, o Ibovespa recua influenciado pela cautela internacional em meio a dúvidas com a desaceleração econômica e uma certa parcimônia em relação à situação fiscal do país. As críticas à MP da Compensação sugerem que o Congresso pode não aceitar o pacote, trazendo mais um risco ao plano do governo de atingir a meta de resultado primário de 2024. Por volta das 14h, o principal índice da B3 recuava 0,76% aos 133.166 pontos, com avanço do dólar frente ao real, cotado a R$ 4,90. Já nos juros o movimento era de alta, acompanhando a subida das taxas dos Treasuries.
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