Novos sinais de resiliência do mercado de trabalho nos EUA somados a uma desaceleração inesperada no setor de serviços em dezembro movimentaram fortemente as apostas de corte de juros nesta sexta-feira. Após o mercado precificar quase 50% de chance de corte ou manutenção de juros em março, a balança voltou a pender para o lado do afrouxamento, com ferramentas de monitoramento estimando probabilidade de 70% de redução no início desta tarde.
Nos mercados, juros dos Treasuries e dólar oscilaram antes de firmarem queda, enquanto os índices de Nova York operavam no campo positivo. Já na Europa, as bolsas encerraram o dia em queda após a inflação ao consumidor na zona do euro ter acelerado em dezembro. Entre as commodities, o petróleo Brent avançava, apoiado pelo recuo do dólar e pelas crescentes tensões no Oriente Médio, em eventual possibilidade de aperto na oferta.
Por aqui, o Ibovespa inicia a tarde voltando a negociar acima dos 132 mil pontos, tendo como amparo a alta de mais de 1% do petróleo, além do avanço dos índices de Nova York. Às 13h29, o principal índice da B3 subia 0,63% aos 132.056 pontos, com recuo do dólar frente ao real de 0,73%, cotado a R$ 4,87. Já nos juros, o movimento era misto, com queda dos vencimentos curtos e médios, e elevação dos vértices longos.
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