Apesar da amplitude moderada, a semana começa relativamente positiva para os principais mercados globais após a China indicar que pretende injetar estímulos na economia e está comprometida em evitar o desaquecimento da economia local. Nesta madrugada, as bolsas por lá avançaram, colocando em segundo plano a rodada de dados macroeconômicos chineses aquém do esperado. O bom humor também pode ser visto no fechamento positivo das bolsas da Europa e avanço dos índices de Nova York no início da tarde – estes últimos impulsionados pelo setor de tecnologia e de olho na temporada de balanços. Já o dólar ganhou força em escala global após falas de dirigentes do Fed a favor de moderação nos cortes de juros, em dia de feriado nos EUA que fechou o mercado de Treasuries. Entre as commodities, apesar do avanço do minério de ferro de 1,21% nesta madrugada em Dalian, o petróleo cai em torno de 2% com preocupações relacionadas à demanda.
Por aqui, em meio a sinais distintos das commodities e muita volatilidade, o Ibovespa inicia a tarde tentando se firmar em alta, apoiado pelo setor financeiro e algumas ações de setores cíclicos – que respondem positivamente ao fechamento da curva futura de juros. Após sucessivos avanços no final da semana anterior, a correção nos prêmios de risco ocorre após os relatórios IBC-Br e Focus, além de discursos do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do próximo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Por volta das 14h00, o Ibovespa subia 0,55% aos 130.704 pontos, enquanto o dólar recuava 0,67% frente ao real, cotado a R$ 5,58.
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