Após dados macroeconômicos afastarem, por ora, as preocupações de recessão na maior economia do planeta na semana passada, a segunda-feira é de agenda esvaziada no exterior, com investidores internacionais se posicionando para o Simpósio de Jackson Hole. O evento que reunirá os banqueiros centrais nesta semana deve trazer novas pistas em relação aos próximos passos de política monetária, com atenções voltadas principalmente para o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. Assim, os rendimentos dos Treasuries recuam, o dólar perde força em escala global e os índices de Nova York operam em leve alta desde o início da manhã, enquanto na Europa o fechamento das bolsas também foi positivo.
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Por aqui, a confiança dos investidores de que o Fed dará início o seu ciclo de afrouxamento monetário em setembro alivia os juros futuros, o dólar e impulsiona o Ibovespa, que adentra a tarde renovando máxima histórica e acima dos 135 mil pontos. A valorização do índice ainda é respaldada pelo avanço da cotação do minério de ferro nesta madrugada, além da expectativa de que a China reduza suas principais taxas de juros na noite de hoje. Por volta das 13h28, o principal índice da B3 subia 1,26%, aos 135.642, com recuo do dólar frente ao real de 0,97%, cotado a R$ 5,42. Nos juros, o movimento era de queda generalizada em todos os vencimentos.
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