A sessão desta quarta-feira (27) está novamente sendo marcada por liquidez limitada para os mercados globais. No exterior, as expectativas crescentes de que os bancos centrais das principais economias começarão a reduzir os juros básicos em 2024 pesaram sobre títulos soberanos de Estados Unidos, do Reino Unido e da zona do euro.
Os juros dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) operam em baixa neste início de tarde de quarta-feira. Nas bolsas, os índices de Nova York operam próximos da estabilidade, enquanto o mercado europeu sustenta viés positivo.
No mercado brasileiro, após uma leve instabilidade no início da manhã e apesar do espaço para realização de lucros após altas sequenciais, o Ibovespa inicia a tarde renovando máximas, contando com o apoio da Vale (VALE3), de alguns grandes bancos e de ações mais sensíveis aos ciclos econômicos.
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Às 13h35, o principal índice da B3 subia 0,46%, aos 134.147 pontos, com leve avanço do dólar frente ao real de 0,11%, cotado a R$ 4,83. Já nos juros, as taxas intermediárias e longas operam em queda, em sintonia com comportamento da renda fixa global, mas as oscilações seguem contidas.
Entre as maiores altas do dia, o papel do Grupo Casas Bahia (BHIA3) é um dos destaques após ser mantido na terceira e última prévia do Ibovespa, após especulações de que sairia da carteira.
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