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Mercados globais operam sem direção única; ouro supera US$ 5.000 e dólar enfraquece

Ajustes após rali recente marcam a sessão, com Treasuries em queda, iene fortalecido e Ibovespa devolvendo parte dos ganhos recordes

Os mercados internacionais operam de forma mista nesta segunda-feira (26), em um ambiente marcado por ajustes após movimentos expressivos no fim da semana passada. O dólar segue em tendência de enfraquecimento, enquanto o iene ganha força diante da especulação de suporte dos EUA à moeda japonesa. Já o ouro ultrapassou a marca histórica de US$ 5.000 a onça, refletindo não apenas a busca por proteção, mas também a sua ascensão como alternativa em um momento em que os títulos públicos americanos perdem atratividade — consequência da expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve, banco central dos EUA, e do aumento da percepção de risco institucional no país.

As bolsas em Nova York exibem leves altas, enquanto parte da Europa avança moderadamente, acompanhando o recuo dos rendimentos dos Treasuries, títulos do tesouro americano, e o enfraquecimento do dólar frente a diversas moedas emergentes. Entre as commodities, petróleo e minério de ferro devolvem parte dos ganhos recentes, compondo um quadro internacional sem direção única.

No Brasil, a sessão também é de ajustes, após o rali que levou o Ibovespa a sucessivos recordes na semana passada. O real acompanhou o enfraquecimento global do dólar e chegou a tocar R$ 5,26 na mínima, mas perdeu força após a divulgação de dados fracos de investimento direto no país. A curva de juros futuros recua de forma moderada, refletindo o alívio cambial e o movimento dos Treasuries, enquanto o mercado monitora a possibilidade de o Copom abrir espaço para cortes da Selic já em março.

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Às 14h25, o Ibovespa caía 0,19% aos 178.521 pontos, enquanto o dólar recuava 0,32% frente ao real, cotado a R$ 5,27.

Entre as ações que compõem o Ibovespa, o pregão reflete um dia típico de ajustes após dias consecutivos de forte valorização. O setor financeiro pesa no índice, enquanto Petrobras (PETR3; PETR4) mantém desempenho relativamente firme após reduzir em 5,2% o preço da gasolina para as distribuidoras. A Vale (VALE3) opera próxima da estabilidade após esclarecer que o extravasamento de sedimentos em uma de suas unidades não impactou a produção, enquanto CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3) avançam com notícias positivas sobre suas operações.

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