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Tempo Real

Dólar dispara ao maior valor desde dezembro de 2021, após críticas de Lula ao BC

Presidente disse que Roberto Campos Neto, presidente do BC, não está cumprindo suas funções adequadamente

Por Murilo Melo

28/06/2024 | 17:29 Atualização: 28/06/2024 | 17:29

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

O dólar hoje fechou o pregão a R$ 5,588, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltar a criticar o Banco Central do Brasil (BC). Em comparação com o dia anterior, o preço representa um aumento de 1,47%. Na máxima do dia, a moeda americana chegou a custar R$ 5,5901. O valor atingido no fechamento da tarde desta sexta-feira (28), último pregão do primeiro semestre deste ano, é o maior desde dezembro de 2021, quando o dólar foi negociado a R$ 5,6939.

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Em entrevista à rádio FM O Tempo, Lula criticou novamente Roberto Campos Neto, presidente do BC, afirmando que ele não está cumprindo suas funções adequadamente. “Isso vai melhorar quando eu puder indicar o presidente do Banco Central, e vamos construir uma nova filosofia”.

As declarações do petista foram interpretadas pelo mercado como um sinal de que ele pretende interferir nas decisões do BC assim que seu indicado assumir o cargo.

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Ainda em entrevista, Lula voltou a criticar a manutenção da taxa de juros em 10,5%, determinada recentemente pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O presidente afirmou que o percentual “é irreal para uma inflação de 4%” e que “não há necessidade” de mantê-lo nesse nível.

Também nesta sexta-feira, a diretora do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Michelle Bowman, afirmou que o mercado de trabalho nos EUA continua muito forte, mas que a inflação ainda não retornou à meta de 2% estabelecida pelo Fed. Em um evento organizado pela Ronald Reagan Presidential Foundation, Bowman destacou que a instituição seguirá empenhada em cumprir os objetivos do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC).

Bowman também criticou o endurecimento das regulamentações de capital bancário, argumentando que essas medidas impõem um peso maior sobre os bancos comunitários.

Quanto à possível emissão de uma moeda digital de banco central (CBDC), Bowman disse que seria necessário o aval do Congresso para sua implementação. Segundo ela, não há muito interesse entre os parlamentares para adotar essa ferramenta.

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Só neste mês, o dólar subiu 8,26% e, no ano, 14,97%. Parte desse movimento é influenciada pelo mercado externo e pelas preocupações em torno dos juros americanos. A outra fonte de pressão vem do mercado interno, especialmente pelas frequentes entrevistas em que o presidente Lula retomou suas críticas a Roberto Campos Neto, além de reforçar a política de aumento de gastos públicos.

Setor público tem déficit de R$ 63,9 bilhões

Outro dado também contribui para o incômodo dos investidores no cenário doméstico: as contas públicas fecharam o mês de maio com um déficit de R$ 63,9 bilhões. Em maio do ano passado, o resultado primário do setor público foi um déficit de R$ 50,2 bilhões. De acordo com as estatísticas fiscais divulgadas hoje pelo Banco Central, os governos central, regionais e as empresas estatais apresentaram déficits de R$ 60,8 bilhões, R$ 1,1 bilhão e R$ 2,0 bilhões, respectivamente.

O déficit primário representa o resultado das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. No acumulado do setor público entre janeiro e maio de 2024, o déficit atingiu R$ 362,5 bilhões (7,83% do Produto Interno Bruto – PIB). No mesmo período de 2023, o resultado também foi deficitário, em R$ 268 bilhões (6,11% do PIB).

Segundo a autoridade monetária, o déficit acumulado do setor público consolidado em 12 meses é de R$ 280,2 bilhões, o que corresponde a 2,53% do PIB. Comparado ao acumulado de 12 meses encerrados em abril, esse valor representa um aumento de 0,11 ponto percentual do PIB.

Volatilidade do dólar

Vários fatores têm influenciado o sobe e desce do valor da moeda americana no pregão. Na quinta-feira (27), o dólar fechou custando R$ 5,5075. Os analistas financeiros atribuíram o valor ao monitoramento dos investidores quanto aos novos dados econômicos dos Estados Unidos e as reflexões sobre as declarações de Lula.

Nos EUA, o número de pedidos semanais de seguro-desemprego ficou abaixo das expectativas do mercado, indicando a robustez contínua da economia e possivelmente adiando o início do ciclo de redução de juros no país.

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No cenário doméstico, o mercado ainda está reagindo à entrevista do presidente Lula ao portal UOL na quarta-feira (26), na qual afirmou que não nomeia o presidente do Banco Central para o mercado, mas, sim, para “defender os interesses do Brasil”.

Com a declaração, o dólar chegou a custar R$ 5,5216, maior valor visto desde 17 de novembro de 2022, quando a moeda americana bateu R$ 5,5298 frente ao real.

No X (antigo Twitter), o presidente chamou de “cretino” quem o culpou pelo aumento do dólar depois das declarações. “Ontem, depois da minha entrevista ao UOL, saíram manchetes dizendo que o dólar tinha subido por causa da entrevista do Lula. Os cretinos não perceberam que o dólar tinha subido 15 minutos antes de eu dar a entrevista”, escreveu o petista.

No entanto, houve um equívoco na declaração do presidente: a cotação da moeda norte-americana começou a subir antes, aumentou durante a entrevista e, principalmente, após sua realização.

Enfraquecimento do real

Na reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, conhecido como Conselhão, nesta quinta-feira (27), Lula intensificou suas críticas às projeções dos investidores e do mercado financeiro, que apostam no enfraquecimento do real e em uma deterioração da economia brasileira. Essas expectativas têm impacto direto nos preços de ativos como o dólar, a bolsa de valores e os juros futuros.

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“Eu queria dizer para você, Haddad: pode ter certeza, quem estiver apostando em derivativos vai perder dinheiro neste país. As pessoas não podem ficar apostando no fortalecimento do dólar no enfraquecimento do real”, disse.

Os derivativos, referidos pelo presidente, são conhecidos por economistas como “mercado futuro”. Esse mercado envolve contratos que estimam como um indicador específico, como o dólar ou o preço do petróleo, se comportará em um período futuro, geralmente de médio a longo prazo. Os contratos, por sua vez, servem como instrumentos de proteção, chamados de hedge, permitindo que investidores se protejam contra possíveis perdas causadas por flutuações adversas nos preços dos ativos.

Os derivativos também são frequentemente usados para especulação. Investidores podem buscar lucro ao antecipar corretamente as variações nos preços dos ativos subjacentes. Contudo, em um contexto de expectativas negativas sobre a economia, a atividade no mercado futuro tende a se intensificar, à medida que investidores buscam ajustar suas posições antes que as condições piorem.

“Quando há uma intensificação da atividade especulativa nos mercados financeiros, isso não apenas aumenta a volatilidade, mas também pode desencadear efeitos adversos significativos na economia”, explica o especialista em mercado financeiro Global, Pedro Silva. “Estamos falando não só de potenciais aumentos na inflação e desvalorização da moeda, mas também de movimentos bruscos de capitais que podem prejudicar o equilíbrio econômico de um país”, completa.

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Essa dinâmica pode alimentar um círculo vicioso, segundo o especialista, que prejudica a estabilidade econômica do país. O presidente Lula destacou essas preocupações ao comentar sobre a recente valorização do dólar. Silva diz que vários fatores contribuem para essa volatilidade, incluindo desafios enfrentados pelo governo para controlar gastos públicos e melhorar a situação fiscal do país.

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