Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para dezembro subiu 0,67%, a US$ 4,5280 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do cobre para três meses avançava 1,23%, a US$ 9.823,50, por volta ds 14h35 (de Brasília).
“Depois de cair visivelmente no final da semana passada – o índice de metais básicos da LME (LMEX) despencou em um total combinado de 4,7% na quinta e sexta-feira – os preços dos metais estão se recuperando com o início da nova semana de negociações”, afirma o analista Daniel Briesemann, do Commerzbank.
Segundo o profissional do banco alemão, a escalada recente do preço do cobre, que levou o contrato negociado na LME a ultrapassar os US$ 10 mil a tonelada, foi guiada em parte por movimentos especulativos. “É provável que esse grupo de investidores tenha realizado lucros nesse ínterim, contribuindo assim para a subsequente queda de preços na semana passada”, afirma Briesemann. Agora, vem uma nova correção nos preços, mas para cima.
De acordo com cálculos do Jefferies, o crescimento da produção de cobre no mundo está abaixo das expectativas, o que tende a impulsionar o preço. Os dados compilados pelo banco de investimentos são baseados em balanços de mineradoras que representam cerca de duas em cada três toneladas da produção global do metal.
Dentre outros metais negociados na LME, ho horário citado acima, a tonelada do alumínio subia 0,58%, a US$ 2.884,50, a do níquel avançava 2,97%, a US$ 20.325,00, a do chumbo tinha alta de 0,43%, a US$ 2.433,50, a do estanho registrava perda de 0,37%, a US$ 37.210,00, e a do zinco cedia 0,39%, a US$ 3.434,00.