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Comportamento

Dia do Empreendedorismo Feminino: 8 histórias de mulheres do mercado

Empreendedoras mostram que mesmo na contramão das estatísticas, o exemplo pode ser o maior inspirador

Por Rebeca Soares

19/11/2021 | 12:00 Atualização: 22/11/2021 | 10:47

Roberta Antunes foi surpreendida ao ouvir que era a primeira mulher a discursar em IPO de ETF na Bolsa Foto: Divulgação Hashdex
Roberta Antunes foi surpreendida ao ouvir que era a primeira mulher a discursar em IPO de ETF na Bolsa Foto: Divulgação Hashdex

Criado em 19 de novembro de 2014 pela Organização das Nações Unidas, o Dia do Empreendedorismo Feminino busca celebrar, apoiar e destacar desafios de empreendedoras. Em diferentes setores da economia, inclusive no mercado financeiro, mulheres mostram que mesmo na contramão das estatísticas, o exemplo pode ser o maior inspirador.

Leia mais:
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A data também chamada de WED, na sigla em inglês, foi lançada em Nova York e é comemorada em 144 países por meio de ações da ONU e promoção de discursos e debates.

Falta de inspirações no dia a dia do mercado de trabalho, diferença salarial, interrupção durante falas (mansplaining), divisão do tempo profissional com a maternidade e rotina doméstica, além de até uma necessidade de ‘seriedade’ extra para lidar com pares e clientes, foram alguns dos desafios comentados por empreendedoras no mercado financeiro ouvidas pelo E-Investidor.

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Para todas elas, que atuam em gestão de patrimônio, gestão de fundos, criptomoedas e educação financeira, a expectativa é a mesma: as próximas gerações devem estar cada vez mais preparadas para lidar com a diversidade de forma natural, seja de gênero, raça, cultura ou geográfica.

Fabiana Pileggi, co-fundafora da Avenue

“Ao longo da minha carreira, já ouvi de um chefe que eu era mulher, não era casada, não tinha filhos e não gostava de carro: então por que eu precisava de um salário melhor?” É o que relata a co-fundadora da Avenue Corretora, Fabiana Pileggi.

Segundo ela, situações como essa mostram a necessidade de reflexão sobre o local de trabalho em que a pessoa está inserida e a necessidade de mudanças. “Experiências como essa que eu tive falam mais sobre o ambiente do que sobre as minhas próprias competências. Para isso, flexibilidade e resiliência ajudam a lidar com tais incoerências”, afirma.

Na visão de Pileggi, a necessidade de ter qualificação, conhecimento sobre o conteúdo de trabalho e autoconhecimento são fundamentais para ter confiança e lidar com os preconceitos enfrentados no dia a dia.

Como principal luta, ela aponta que atrair mulheres para o mercado financeiro é a barreira inicial já que, visivelmente, é uma área ainda predominada por homens. “O desafio é muito mais sobre como mostrar que áreas mais dominadas pelo masculino, seja a financeira, tecnológica ou industrial, são na verdade para qualquer pessoa”, aponta.

Fernanda De Rousset, sócia da B.Side Investimentos

Para a sócia da B.Side Investimentos, Fernanda de Rousset, o desejo de carreira no mercado financeiro começou cedo, ainda no ensino médio, quando deu início às primeiras aplicações. Esse passo foi essencial para escolher o caminho na vida acadêmica, como ela destaca.

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Já no mercado de trabalho, ela passou por grandes bancos e gestoras, até que percebeu uma maior identificação em outras áreas. “Trabalhei em setores muito técnicos de análises em algumas das maiores instituições financeiras do País. Entretanto, em um determinado momento, percebi que existiam situações que eu não gostava e não me sentia à vontade. Foi quando recebi o convite para entrar na sociedade da empresa, inclusive para começar do zero, mas não me arrependo, foi a melhor escolha que tomei”, explica.

Segundo Rousset, a decisão de empreender deve ser acompanhada da compreensão dos grandes riscos que fazem parte da escolha, como necessidade diária de exercer a maturidade para o bem da empresa como um todo e saber diferenciar a pessoa física da jurídica. Além disso, estar aberta a postergar desejos e sonhos pessoais, como a maternidade, no caso dela.

Ela ainda complementa que percebe a existência da síndrome do impostor de forma mais evidente em mulheres e atribui esse fenômeno aos menores números de exemplos vistos nos mercado de trabalho, especialmente nas áreas financeiras e administrativas. Apesar das dificuldades, segundo ela, quanto mais mulheres fizerem a diferença, maior serão as inspirações e referências para as novas gerações.

Érika Andrade, sócia-fundadora da Ébano Investimentos

Com mais de 24 anos de experiência no mercado financeiro, a sócia-fundadora da Ébano Investimentos, Érika Andrade, avalia que a presença do medo na hora de empreender no mercado financeiro e, muitas vezes, a falta de autoconfiança, são os principais desafios.

“A mulher é muito exigente e crítica consigo mesma e em sua maioria só tem coragem de entrar em um novo desafio apenas quando domina 100% do assunto, muito diferente dos homens, que se arriscam muito mais, mesmo não dominando o tema”, avalia.

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De acordo com a executiva, pesquisar, amadurecer a ideia do negócio e conversar com o maior número de pessoas possível são os primeiros passos. “Cada conversa irá te fazer pensar em um ponto que não havia refletido inicialmente e irá te abrir algumas portas”, afirma. Ela reitera sobre a necessidade de pesquisar referências do setor de atuação, além de entender a trajetória percorrida por outros empreendedores.

Uma outra dica essencial, segundo a sócia-fundadora, é ter bom controle financeiro para desenvolver o negócio de forma sustentável. “Começar a poupar desde cedo e ter noções básicas de matemática também são dois pontos bem importantes”, afirma.

Camila Almeida, sócia-fundadora da Habitat Capital Partners

“Um dos principais desafios é quebrar a imagem, mesmo que velada, de que só por ser homem ele é considerado melhor do que a mulher quando se trata de mercado financeiro”, é o que avalia Camila Almeida, sócia-fundadora da Habitar Capital, sobre o papel da mulher empreendedora no mercado financeiro.

Segundo ela, a ideia de que os homens são mais eficientes é uma construção histórica, uma vez que há predominância masculina no universo das exatas. Apesar disso, ela aponta que já consegue ver a inserção da mulher no mercado financeiro cada vez mais intensamente.

“Outro grande desafio é se fazer ser ouvida e levada a sério, pois não são raras as vezes em que somos interrompidas ou subestimadas em reunião – mesmo estando em cargos de liderança. Isso nos obriga a ser mais duras no trato, mesmo quando não queremos, simplesmente para conseguir expor um ponto de vista”, aponta.

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Pensando em futuros profissionais, independentemente do gênero, Almeida destaca que a busca por experiências em bancos ou assets para vivenciar o aprendizado é essencial para unir teoria e a prática. Além disso, de acordo com Almeida, o que foi muito importante ao longo de sua trajetória foi ter uma inspiração de figura feminina no mercado financeiro, “No meu caso, foi uma antiga chefe, mas incentivo a buscarem networking com outras mulheres no setor. Essa troca de conteúdo e experiências é muito positiva e promove o fortalecimento das mulheres na área”, complementa.

Com atuação na estruturação de fundos, securitização e operações para o setor imobiliário, ela é formada em Engenharia UFPR e com Certificação de Gestores Anbima (CGA), Almeida trabalhou no Private Banking do JP Morgan, em diferentes escritórios.

Roberta Antunes, sócia e Chief of Growth da Hashdex

“Fiz o discurso do lançamento do fundo BITH11 no balcão da B3 e me surpreendi com a empolgação de muitas pessoas presentes por me informarem que nunca tinham visto uma mulher discursando ali. Colegas, inclusive, comentaram da empolgação por terem filhas assistindo”, relata Roberta Antunes, chief of growth da Hashdex.

Segundo ela, que também faz parte do conselho do Grupo Todas, para incentivar a referência de mulheres em diferentes carreiras, a inspiração em casa foi um impulsionador para a entrada no universo de empreendedorismo em tecnologia.

Antunes explica que o mercado financeiro ainda é bastante masculino e há dificuldade no recrutamento de mulheres. Por outro lado, estratégias de adaptação de profissionais de outras áreas é um caminho importante.

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Para ela, uma das principais dicas, que viveu na pele, é não se abater pelas estatísticas. “Vemos diariamente números mostrando que as mulheres ganham menos, não tem presença significativa em determinados setores, mas isso serve para nos colocar em caixas. Isso, muitas vezes, provoca crenças limitantes e não podemos ter essa visão”, reitera.

A Chief of Growth aponta que não existe empoderamento sem educação financeira. Por conta disso, incentivar o conhecimento desde as gerações mais novas é um passo gigantesco que vai ser refletido não só no mercado financeiro, como na sociedade em geral.

Roberta Antunes tem passagem pela B2W, co-fundou o site Hotel Urbano, foi CEO Global da Endless Inc.

Marília Fontes, sócia e co-fundadora da Nord Research

“O principal desafio é vencer o preconceito”, afirma Marília Fontes, sócia e co-fundadora da Nord Research e colunista do E-Investidor.

Segundo ela, fazer com que os pares e os clientes tenham respeito pelo trabalho exercido ainda é um grande desafio para as mulheres. Sentindo na prática, ela afirma que acontece de encontrar uma predisposição de pessoas não respeitarem o seu trabalho, o que torna necessário ter uma seriedade maior que a habitual, além de buscar sempre falar com profundidade.

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“Depois que você vence o preconceito, você consegue fazer o seu trabalho tranquilamente”, afirma.

Para Fontes, a dica para mulheres que desejam empreender no mercado financeiro é ter inspiração em outras profissionais, analisando o trabalho de cada uma, a paixão que cada uma tem de buscar mudar o mundo. “Você vence o preconceito com amor pelo seu trabalho, mostrando que você é apaixonada por aquilo e mostrando que você leva aquilo muito a sério. Quando você faz um trabalho com seriedade e amor, ele transparece para qualquer pessoa e ele vence qualquer barreira”, complementa.

Carolina Giovanella, fundadora e CEO da Portofino Multi Family Office

Fundadora e CEO da Portofino Multi Family Office, Carolina Giovanella aponta que empreender está diretamente ligado à dimensão do seu comprometimento e entrega para o negócio, independentemente do gênero. Segundo ela, é visível que as mulheres estão conquistando mais espaço no mercado financeiro, seja como profissionais, empreendedoras ou investidoras.

“Aqui na Portofino Multi Family Office, por exemplo, vejo cada vez mais as mulheres à frente dos negócios e tomando decisões sobre o patrimônio da família. É muito bom esse equilíbrio”, afirma.

Para a CEO, o sucesso do negócio acontece quando ao ter a identificação pessoal para fazer o que gosta e se manter conectada com o que acontece no mundo e nos mercados. “E nunca se esquecer de que para ir bem profissionalmente precisamos cuidar de outros fatores importantes no âmbito cultural, familiar etc.”, finaliza.

Patricia Stille, sócia e co-fundadora do Grupo Solum e CEO da beegin

Com passagem como sócia da XP Investimentos, além de atuação na Personale Investimentos e na Vectis, Patricia Stille, sócia e co-fundadora do Grupo Solum e CEO da beegin, analisa que o caminho para as executivas de mercado, com o passar do tempo, está ficando cada vez mais aberto, e esse movimento deve continuar.

Apesar do otimismo para o futuro, ela reconhece que ainda precisa enfrentar situações intimidadoras. Segundo ela, é possível obvervar que existem mulheres ‘caindo no erro’ de tentar se afirmar quando estão em situações nas quais sua relevância é desconsiderada. “A chave é ter uma boa leitura de jogo e usar de sabedoria para ganhar espaço”, sugere.

“Muitas mulheres acabam criando uma imagem mais dura, autoritária ou até agressiva para afirmar sua capacidade, mas vejo que isso afasta as pessoas e, normalmente, distancia das suas reais essências e padrões de comportamento. O diferencial, em muitos casos, é a capacidade de usar sensibilidade para formar alianças de longo prazo e melhorar a gestão da empresa”, complementa Stille.

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