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2022 será o ano da renda fixa?

A expectativa é que os investimentos de renda fixa ganhem cada vez mais relevância na carteira do investidor

Por Fabrizio Gueratto

11/01/2022 | 14:17 Atualização: 11/01/2022 | 14:17

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Ativos de renda fixa são utilizados prioritariamente como proteção do patrimônio.
Foto: Envato Elements
Ativos de renda fixa são utilizados prioritariamente como proteção do patrimônio. Foto: Envato Elements

No último ano, vimos a taxa básica de juros do Brasil (Selic) sair de 2% para 9,25% ao ano e a inflação chegar nos dois dígitos. Com isso, muitos investidores passaram a olhar com mais atenção às aplicações de renda fixa, principalmente aquelas atreladas a esses dois indicadores.

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Além disso, em um momento em que a Bolsa de Valores (B3) se encontra em estado de grande volatilidade e as eleições presidenciais estão se aproximando, é muito importante prezar pela segurança e estabilidade nos investimentos, algo que a renda fixa destaca.

Portanto, a expectativa é que os investimentos de renda fixa ganhem cada vez mais relevância na carteira do investidor em 2022. Segundo as projeções do Relatório Focus, o ano deve encerrar com uma taxa Selic de aproximadamente 11,50%, o que deixará esses títulos ainda mais atrativos.

Por que investir na renda fixa?

A principal característica das aplicações de renda fixa é a segurança. Afinal, esses investimentos possuem garantia de retorno do valor aplicado, que é assegurado pelo governo, em caso de títulos públicos, ou pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para títulos privados.

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Além disso, a diversificação é um ponto extremamente importante para o investidor, que não deve estar somente exposto a renda variável ou investimentos que possuem qualquer risco de perda. No cenário atual, montar uma carteira que tenha tanto renda fixa quanto variável seria o mais recomendado.

Títulos atrelados à taxa Selic e ao CDI

Com o aumento da taxa básica de juros, que deve chegar nos dois dígitos esse ano, os investimentos atrelados a ela vêm se destacando. Entre as principais opções, estão o Tesouro Selic 2024, que renda a taxa mais 0,1086%, e o Tesouro Selic 2026, taxa mais 0,2487%.

A grande vantagem desses títulos é a sua alta liquidez. Ou seja, o investidor pode resgatar o dinheiro a hora que quiser. Sendo assim, essa também é uma ótima opção para montar uma reserva de emergência. Como esperado, a situação econômica do país anda incerta, ainda mais com as eleições presidenciais chegando. Então, formar um “colchão de segurança” mais robusto seria ótimo.

Outra opção, que também está diretamente ligada à Selic, são os investimentos atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Basicamente, esse índice sempre segue um ponto percentual abaixo da taxa de juros e é oferecido por instituições bancárias. Atualmente, existem aplicações que oferecem até 120% do CDI.

Títulos ligados à inflação

A inflação anual do Brasil chegou em um patamar recorde ano passado e nada indica que a situação pode melhorar em 2022. Uma boa forma para o investidor se proteger do aumento generalizado dos preços e ainda tentar lucrar um pouco com isso é investir em aplicações atrelados ao índice IPCA.

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Dentro dos títulos públicos, existem diversas opções de curto, médio e longo prazo como, por exemplo, o Tesouro IPCA+ 2026, que rende o índice IPCA mais 5,25%. Sendo assim, com a inflação atual vindo de forma elevada, o rendimento desses ativos também aumenta.

Títulos privados

Além dos investimentos de renda fixa públicos, aqueles oferecidos por empresas privadas, como as debêntures, LCIs, LCAs e CDBs, também podem ser boas opções para quem deseja encontrar uma rentabilidade um pouco maior. Isso acontece porque, para competir com os títulos públicos, esses ativos precisam ser mais atrativos. Portanto, eles oferecem um rendimento acima do CDI.

Desta forma, é possível encontrar aplicações que rendem até 14% ao ano, o que evidencia as altas oportunidades que o investidor pode encontrar na renda variável esse ano. Basta ficar atento e encontrar os melhores rendimentos que o mercado anda oferecendo.

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