Os contratos futuros de petróleo estão voláteis, após tocarem os maiores níveis desde 2004 durante a madrugada. Os juros dos Treasuries passaram a subir no início da tarde, com inversão da curva dos títulos com vencimento de sete e 10 anos. Já o dólar apreciou ante rivais, mas perdeu força em relação ao rublo.
No Brasil, a aversão ao risco no exterior também impacta os mercados locais em meio à agenda de indicadores locais mais fraca nesta semana. Todavia, a entrada de fluxo serve de anteparo às influências negativas do exterior, colocando o dólar em queda firme, com mínimas na casa de R$ 5,19, e sustentando alta leve para a Bolsa.
Às 13 horas, o Ibovespa negociava aos 113,7 mil pontos, com alta de 0,17%. As ações da Petrobras negociam em queda da ordem de 1,5% e seguem no foco dos investidores refletindo as preocupações de que o Senado discuta nos próximos dias dois projetos de lei visando baixar os preços dos combustíveis. Marfrig e JBS caem com realização de lucros devido a um dólar mais fraco. Petz, por sua vez, puxa a lista das maiores altas.