O Ibovespa subiu 1,05% nesta quarta-feira (27), aos 109.349,37 pontos e com volume negociado de R$ 30,9 bilhões. O índice voltou a ficar em alta após uma sequência de sete pregões negativos seguidos, o que não ocorria há seis anos.
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O Ibovespa subiu 1,05% nesta quarta-feira (27), aos 109.349,37 pontos e com volume negociado de R$ 30,9 bilhões. O índice voltou a ficar em alta após uma sequência de sete pregões negativos seguidos, o que não ocorria há seis anos.
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Para Rob Correa, analista de investimentos CNPI, o avanço dos papéis das siderúrgicas pesou para a alta do índice e refletiu a recuperação do preço do minério de ferro, após melhora na percepção sobre os impactos do impacto da covid-19 nos indicadores econômicos chineses.
Além disso, o comunicado por parte do governo chinês de que irá ampliar projetos de construção de infraestrutura para impulsionar o crescimento econômico do país pautou a boa performance do setor.
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A divulgação da prévia da inflação referente ao mês de abril (IPCA-15) também influenciou positivamente a bolsa brasileira. Apesar do 1,73% apresentado ser a maior alta para o mês de abril desde 1995, o resultado veio abaixo do esperado pelo mercado.
Em Nova York, o Dow Jones e S&P 500 fecharam com altas de 0,19% e 0,21%, respectivamente. Já Nasdaq terminou o dia variando apenas 0,001%.
Os três papéis que mais desvalorizaram no dia foram (HAPV3), Azul (Azul4) e Positivo (POSI3).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
As ações da Hapvida caem 5,84%, cotadas a R$ 9,35, pressionadas pela baixa expectativa do mercado sobre o resultado do primeiro trimestre da empresa. O balanço deve sofrer influência do aumento nos indicadores de desemprego, já que parte dos beneficiários das operadoras de saúde são de planos empresariais.
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A HAPV3 cai 21,03% no mês e 9,92% no ano.
Os papéis sofreram queda de 3,19%, cotados a R$ 21,88, após a Câmara aprovar na noite da última terça-feira (26) uma Medida Provisória que flexibiliza as regras no setor e prevê a volta do despacho gratuito de bagagem.
Em nota, a empresa afirmou que a extinção da cobrança por bagagens “vai contra as medidas de desburocratização e simplificação do ambiente de negócios na aviação”.
No mês, as ações da Azul acumulam queda de 8,53 e, no ano, de 10,18%.
As ações da POSI3 fecharam o pregão em baixa de 2,6%, cotadas a R$ 8,15.
Os papéis sofrem queda de 11,89% no acumulado do mês e 25,23% no ano.
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*Com Estadão Conteúdo
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