“A bolsa brasileira caminha para fechar na estabilidade impulsionada por empresas de varejo, tecnologia e aviação, empresas de setores altamente descontados, e que hoje estão caindo na graça dos investidores como Azul, CVC, Gol, Alpargatas, e Méliuz”, afirma Idean Alves, sócio e chefe da mesa de operações da Ação Brasil.
Em Nova York, as bolsas de Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 fecharam o dia em alta de 0,98%,1,67% e 1,41% respectivamente.
Os três papéis que mais desvalorizaram no dia foram Energisa (ENGI11), Eletrobras (ELET6) e Cemig (CMIG4).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
Energisa (ENGI11): -2,77%, R$ 42,80
O baixo fluxo de capital na Bolsa brasileira penaliza as ações de maior liquidez, como as empresas do setor de energia. Na ponta negativa do Ibovespa, as ações da Energisa caíram 2,77%, a R$ 42,80.
O ENGI11 cai 0,30% no mês. No ano, acumula uma ligeira alta de 4,11%.
Eletrobras (ELET6): -1,78%, R$ 47,92
Os papéis da Eletrobras caíram 1,78% no pregão, cotados a R$ 47,92.
A ELET6 sobe 1,25% em agosto e 50.88% no acumulado do ano.
Cemig (CMIG4): -1,71%, R$ 12,63
As ações da Cemig caíram 1,71%, a R$ 12,63.
A CMIG4 sobe 12,37% no mês e 34,50% no acumulado do ano.
*Com Estadão Conteúdo