Em relação ao mercado global de commodities, os contratos futuros do petróleo passaram a subir, após caírem mais de 1% mais cedo, enquanto os preços futuros do minério de ferro recuaram 0,49% durante a madrugada na bolsa de Dalian, cotados aos US$ 98,15 por tonelada.
No mercado global de moedas, o índice DXY, que mede as variações do dólar frente a outras seis divisas relevantes, renovou máximas em 20 anos, ainda em meio aos sinais de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deverá seguir apertando sua política monetária de forma agressiva.
Em um dia de agenda local esvaziada, é improvável que os mercados brasileiros destoem do
pessimismo externo, apesar de algumas notícias mais favoráveis no front político, em especial, uma eventual discussão de uma reforma tributária com o Congresso Nacional já no período pós-eleitoral.
Agenda econômica )28/09)
Brasil: A Fundação Getulio Vargas (FGV) publica a confiança da indústria em setembro (8h00), o Banco Central divulga as notas de crédito de julho e agosto (8h00) e o Tesouro divulga Relatório Mensal da Dívida (14h30). O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, fala na abertura de um evento sobre fintechs (9h00).
EUA: A agenda traz um novo discurso do presidente do Fed, Jerome Powell (11h15), além de mais quatro dirigentes: Rafael Bostic, de Atlanta (9h35); James Bullard, de St.Louis (11h10); a diretora Michelle Bowman (12h00); Charles Evans, de Chicago (15h00). Ainda hoje, saem as vendas pendentes de imóveis (11h00) e os estoques de petróleo pelo Departamento de Energia (11h30).