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Investimentos

Eleições 2022 podem levar o dólar para abaixo dos R$ 5?

Depois do primeiro turno, moeda teve trajetória de queda devido à nova configuração do Congresso

Por Daniel Rocha

06/10/2022 | 4:30 Atualização: 05/10/2022 | 19:27

A moeda norte-americana deve seguir volátil até o fim deste ano  (Foto: Envato Elements)
A moeda norte-americana deve seguir volátil até o fim deste ano (Foto: Envato Elements)

Enquanto a bolsa de valores subiu 5,5% na segunda-feira (3), após o resultado do primeiro turno das eleições, o dólar encerrou o dia com uma queda de 4,6%. Foi a maior desvalorização diária desde junho de 2018. Após o segundo turno, a moeda poderá sofrer novas variações significativas ao ponto de ficar cada vez mais próxima do R$ 5, a depender do resultado das eleições.

Leia mais:
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A desvalorização do dólar frente ao real se deve à nova configuração do Congresso que, a partir de 2023, passa a estar mais alinhado às pautas do centro e da direita. Com essa perspectiva, o mercado espera que, ao longo dos próximos quatro anos, a condução da política no Brasil dê continuidade a agenda de reformas e que o governo adote uma postura mais responsável com as contas públicas.

Na prática, esse cenário ajuda a criar um ambiente mais favorável para os negócios diante da redução dos riscos para os investimentos, o que ajuda na valorização do real frente à moeda norte-americana. “Se tivermos uma perspectiva pró-mercado (com o resultado da eleição), podemos conseguir puxar o dólar do seu ponto de resistência de R$ 5,20 para uma cotação mais próxima dos R$ 5, como R$ 5,05 ou R$ 5,10”, afirma Fabrizio Velloni, economista-chefe na Frente Corretora.

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A probabilidade de uma queda no valor do dólar após o segundo turno torna-se maior com a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, de acordo com Velloni. Na visão dele, o candidato do PL costuma acenar de forma mais positiva para as demandas do mercado em comparação a Lula (PT), que teria um histórico mais “expansionista”.

“Se há um aumento de gastos, com programas sociais, o governo terá um aumento dos seus custos. Isso pode ocasionar uma piora na percepção de risco do mercado, por não haver controle dos gastos públicos”, afirma Velloni, ressaltando que essa é a grande questão para o mercado financeiro.

Segundo dados de pesquisa realizada pela Warren, em parceria com a Renascença, as estimativas dos economistas e estrategistas de mercado apontam que, em uma possível eleição do ex-presidente Lula, mais de 60% dos entrevistados creem que o dólar deve ficar entre R$ 5,20 a R$ 5,60. Apenas 16,5% avaliam que a moeda fique abaixo de R$ 5,20.

Já em um cenário de reeleição de Bolsonaro, 46,6% dos entrevistados acreditam que o dólar fica abaixo dos R$ 5,20. Já 39,8% dos que responderam à pesquisa veem a moeda custando entre R$ 5,20 e R$ 5,40.

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Apesar das projeções, Marcos Almeida, economista e diretor da WIT Exchange, acredita que boa parte do efeito das eleições em relação ao câmbio já foi entregue e a tendência para os próximos é de alta volatilidade, mas não somente pelo resultado eleitoral.

Segundo ele, a definição do próximo chefe do Planalto coincide com um período em que ocorre um fluxo significativo de pagamento e recebimento de moeda estrangeira. “Independente de onde venha a vitória, os próximos três meses vão ser de alta volatilidade porque teremos muito ajuste de posição dos investidores”, diz Almeida.

Nesta perspectiva, para o investidor com posição em ativos exposto a dólar, a orientação é manter o foco dos investimentos no longo prazo.

De acordo com Luiz Henrique Forjaz, sócio e responsável pela estratégia offshore da Legend Wealth Management, o dólar é uma moeda voláti e a estratégia errada pode causar prejuízos no lugar de vantagens financeiras. “Em movimentos de muito estresse, o recomendável é observar para saber o que pode acontecer. Tomar uma decisão nesses momentos de volatilidade pode ser uma das piores decisões. É preciso ter paciência e observar como cenário evolui”, afirma.

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O Boletim Focus projeta um câmbio de R$ 5,20 para o dólar norte-americano no fim deste ano.

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