A gestora de mais de R$ 25 bilhões em fundos macro, de arbitragem e de ações enxerga a expansão para o crédito privado como um passo natural para consolidar a empresa como uma “casa multiproduto”. “Na ótica da empresa, faz sentido buscar crescimento em novas frentes, que não competem com – e até ampliam – o capacity (limite máximo de patrimônio líquido do fundo para manter a estratégia de investimento) dos produtos atuais”, disse em nota o CEO da Absolute, Tiago Sant’Anna.
O projeto será comandado pelo economista Paulo Bokel, recém-chegado à empresa. Caso a operação dê frutos, a Absolute prevê o lançamento de produtos com prazos mais longos, indexados tanto ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) quanto ao Certificados de Depósito Interbancário (CDI).
*O texto foi atualizado no dia 10 de outubro de 2022, às 11h16. A versão original informava que os fundos eram de private equity e não de crédito privado, que é a informação correta.