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Juros: taxa sobe com temor de inflação nos EUA e inclina curva semanal

A taxa do contrato de DI para janeiro de 2024 encerrou a sexta-feira em 12,875%, de 12,797% ontem no ajuste

Por Denise Abarca, Estadão Conteúdo

14/10/2022 | 18:14 Atualização: 14/10/2022 | 18:20

É importante saber como a inflação afeta os investimentos para conseguir proteger o seu patrimônio. (Fonte: Shutterstock)
É importante saber como a inflação afeta os investimentos para conseguir proteger o seu patrimônio. (Fonte: Shutterstock)

Após oscilarem entre a estabilidade e leve queda pela manhã, os juros sucumbiram à tarde à piora de humor dos ativos globais e fecharam a sessão regular em alta, com a escalada dos rendimentos dos Treasuries e do dólar prevalecendo ao tombo do petróleo. Novos dados preocupantes de inflação nos Estados Unidos e discursos duros de dirigentes do Federal Reserve quanto ao aperto monetário alimentaram o pessimismo sobre a economia global, em meio ainda às incertezas geopolíticas e à crise no Reino Unido. Internamente, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), ainda que tenha vindo perto do teto das estimativas, foi apenas monitorada.

Leia mais:
  • Com a inflação pressionada nos EUA, como ficam as bolsas globais?
  • EUA: juros de hipotecas atingem 6,92%, na máxima em 20 anos
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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 encerrou a sexta-feira (14) em 12,875%, de 12,797% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2025 subiu de 11,70% para 11,78%. A do DI para janeiro de 2027 terminou em 11,61%, de 11,54%.

Na semana, enquanto as taxas curtas avançaram em torno de 10 pontos, as demais abriram mais de 20, configurando aumento da inclinação da curva, basicamente pela piora do humor externo com os dados de inflação nos Estados Unidos e discursos duros de dirigentes do Fed que marcaram a semana, no Brasil mais curta pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida. Outro fator de pressão na semana é a crise no Reino Unido, com os desdobramentos do pacote fiscal da primeira-ministra Liz Truss atormentando o mercado da dívida e culminando hoje com a demissão do ministro das Finanças, Kwasi Kwarteng.

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Depois dos índices de preços ao produtor e ao consumidor americanos em setembro já terem superado as previsões, as estimativas de inflação trazidas pela pesquisa da Universidade de Michigan sobre o sentimento do consumidor divulgada hoje avançaram. Para o prazo de 1 ano, subiram de 4,7% em setembro para 5,1% na prévia de outubro, e para 5 anos, de 2,7% para 2,9%. Ou seja, nesses níveis, mesmo no longo prazo a inflação ainda não teria atingido a meta de 2%, o que, no raciocínio do mercado, exigirá mão pesada do Federal Reserve. Os números dos EUA foram divulgados no fim da manhã e os juros futuros, que até então resistiam entre a estabilidade e leve baixa ao mau humor externo, capitularam. Até porque os yields dos Treasuries também passaram a subir, renovando máximas ao longo da tarde. A taxa da T-Note de 10 anos chegou a 4,02% e a de 2 anos, em 4,5%. “Esse contexto do mercado internacional com o dado apontando piora da inflação nos EUA produziu pressão no câmbio e, consequentemente, na curva de juros”, resumiu a economista-chefe da Veedha Investimentos, Camila Abdelmalack.

Nem mesmo o tombo de mais de 3% nos preços do petróleo conseguiu aliviar as taxas, num momento em que a defasagem ante os preços internos volta a se ampliar, fomentando as discussões sobre a necessidade de reajustes nos combustíveis. Segundo Abdelmalack, o mercado de juros acabou relativizando o comportamento do petróleo, dado que no mês os ganhos ainda são muito expressivos, de mais de 7%. “O patamar ainda é bem elevado, se comparado ao fechamento de setembro”, disse. O Brent para dezembro recuou 3,11%, a US$ 91,63, com perda de 6,42% na semana.

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