O índice DXY subiu 0,85%, aos 107,835 pontos. Ao fim da tarde, o dólar subia a 142,10 ienes, o euro recuava a US$ 1,0243 e a libra tinha baixa a US$ 1,1820.
Para a Convera, a recuperação do dólar de mínimas de vários meses ganhou força à medida que o aumento das infecções por Covid-19 na China abalou os mercados globais e estimulou uma fuga para a segurança. O porto-seguro subiu para máximas de uma semana e meia em relação aos rivais da Europa, aponta.
O dólar havia caído para mínimas de três meses na semana passada, depois que a inflação mais baixa nos EUA sugeriu um ritmo mais lento de aumento das taxas de juros pelo Fed, aponta a análise. O dólar fechou a semana passada com amplos ganhos, no entanto, depois que as autoridades do Fed enfatizaram que a inflação continua muito alta e que as taxas de juros continuarão subindo, avalia.
Já as esperanças de que a China possa em breve afrouxar sua estratégia de Covid-zero foram frustradas após um aumento nos casos, destaca a Convera. O foco da semana encurtada pelo feriado de Ação de Graças está na divulgação das atas da última reunião do Fed na quarta-feira.
A evolução do euro esta semana pode depender da saúde da maior economia da Europa, já que a Alemanha divulga dados importantes na quinta-feira sobre a pesquisa Ifo de confiança empresarial e na sexta-feira sobre o crescimento do terceiro trimestre, aponta.